quarta-feira, 30 de julho de 2008

SALVAÇÃO PELA CRUZ



A Bíblia fala em inúmeros versículos que Deus exalta as pessoas que O seguem. Há várias passagens que falam sobre a vontade que Deus tem de exaltar e de abençoar os Seus filhos. Certamente esse é o desejo de todo homem que conhece o Senhor e a Sua Palavra. Esse anseio que Deus tem também é exaustivamente ensinado por várias pessoas, embora dificilmente nós vejamos alguma realidade disso em nossa vida prática. Todos querem chegar ao estágio em que são amplamente abençoados pelo Senhor e exaltados por Ele. Além de Cristo Jesus, poucas são as pessoas que alcançam tal nível. Então, para que tenhamos o mesmo sucesso que o Senhor Jesus teve aqui na terra, nós devemos fazer as coisas que Ele fez entre os homens.
Isso consta no livro de Filipenses, no capitulo 2, dos versículos 7 a 9, que dizem: “antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que Deus o exaltou sobremaneira.”. Nesta passagem bíblica está a chave do sucesso obtido por Cristo. Portanto, devemos seguir o exemplo que Ele nos deixou. A ordem dos acontecimentos foi a seguinte: primeiro Cristo se esvaziou, após Ele se humilhou e foi morrer em uma cruz para que todos os homens fossem salvos e redimidos. Somente depois de tudo isso é que Ele foi exaltado e abençoado por Deus Pai. Esses são os requisitos necessários para quem quiser ser exaltado pelo Senhor. Em primeiro lugar, devemos nos esvaziar. Isso significa que, hoje, nós estamos cheios de algo que Deus precisa retirar de nós.
Portanto, quando Ele nos manda esvaziar-nos, Ele quer dizer que precisamos nos esvaziar de todas as nossas idéias, enganos, gostos, vontades e sonhos para que possamos cumprir a vontade de Deus e não a nossa. É dessa forma que cumpriremos o segundo passo: humilhar-nos, ou seja, reconhecermos que não somos nada e que precisamos que o Senhor nos salve e nos transforme com a Sua vida. Se estivermos agindo dessa forma, conseguiremos passar pela cruz assim como Cristo passou. Ir e morrer na cruz significa que a nossa vida carnal e a nossa natureza pecaminosa devem morrer na cruz. Elas devem estar pregadas na cruz assim como Cristo foi.
Isso pode parecer absurdo para muitas pessoas, mas a cruz é muito simples. Ela ensina que devemos fazer a vontade do Pai, mas para isso, devemos renunciar a nossa própria vontade. Deus diz: perdoe incondicionalmente, abençoe a quem te persegue, não julgue os outros, não reclame das circunstâncias da sua vida, ore constantemente, medite diariamente na Sua palavra... Certamente precisamos renunciar à nossa vontade para fazer essas vontades de Deus. Essa é a nossa cruz: obediência a Deus. O Senhor Jesus renunciou à Sua vontade para fazer a vontade de Seu Pai, que era a cruz. E você? Está disposto e ser como Cristo? Você tem a disposição de renunciar a sua vontade para fazer a vontade do Pai? Foi dessa forma que Cristo foi exaltado. Saiba que Deus não agirá de forma diferente conosco. Portanto, para que as bênçãos recaiam sobre sua vida, há a necessidade da cruz no seu viver diário.

terça-feira, 29 de julho de 2008

MANIFESTO BATISTA

MANIFESTO BATISTA À NAÇÃO BRASILEIRA
Manifesto à Nação Brasileira Sobre a Liberdade de Expressão e Orientação Sexual do Povo BrasileiroDiante da tramitação no Senado Federal do Projeto de Lei PLC 122/2006, aprovado pela Câmara dos Deputados (PLC 5003/2001), que pretende punir como crime qualquer tipo de reprovação ao homossexualismo, a Convenção Batista Brasileira manifesta a sua preocupação com o futuro da sociedade brasileira, caso a lei venha a ser aprovada.Preocupa ao povo batista a aprovação de uma lei que privilegia uma minoria, em detrimento do direito de todos. Reconhecemos o direito dos homossexuais a um tratamento digno e igualitário, ao mesmo tempo em que defendemos a liberdade fundamental de formar e exprimir juízos, favoráveis ou desfavoráveis, nas questões de orientação sexual.Entendem os batistas que a aprovação do referido Projeto de Lei pode resultar no aumento da subversão de valores morais e espirituais que destroem a família e enfraquecem a nação brasileira. Por isto, decidimos vir a público reafirmar nossas posições bíblicas e históricas sobre os princípios e os valores que sustentam a liberdade de consciência, as religiões e a vida em sociedade.1- Cremos que todos têm direito, outorgado por Deus, de ser reconhecidos e aceitos como indivíduos, sem distinção de raça, cor, credo ou cultura; de ser parte digna e respeitada da comunidade; de ter a plena oportunidade de alcançar o seu potencial. Todas as pessoas foram criadas à imagem de Deus, razão porque merecem respeito, consideração, valor e dignidade.2- Cremos no direito à liberdade de consciência e de expressão religiosa. Cada pessoa é plenamente livre perante Deus, em todas as questões de consciência e tem o direito de abraçar ou rejeitar religião, bem como de testemunhar sua fé religiosa, propagar e ensinar a verdade como a entenda, e até de mudar sua crença, sempre respeitando os direitos e as convicções dos outros.3- Cremos que cada pessoa é preciosa, insubstituível e moralmente responsável perante Deus e o próximo. Cremos no direito à liberdade de escolha e aprovação dos princípios e dos valores que regem a convivência e a conduta, na família e na sociedade.4- Cremos que Deus criou o ser humano, macho e fêmea, com direitos iguais e diferenças sexuais. Essas diferenças se baseiam na constituição física, na forma de ser, de perceber o mundo, de reagir e de relacionar-se. Deus criou macho e fêmea, para que se completem e cooperem com ele na criação e na formação da humanidade.Uma vez que, não podendo nos calar diante do alto risco de degradação social e do surgimento de perseguição religiosa motivada por aqueles que se sentirem discriminados:1- Conclamamos os representantes do povo no Senado e nas demais instâncias da República, cidadãos e líderes de instituições sociais e religiosas, bem como os pais e formadores de opinião a que se unam para defender o respeito à pessoa e a garantia dos direitos individuais, lutando a favor de uma sociedade na qual prevaleça a dignidade de todos.2- Conclamamos todos os cristãos a proclamar e ensinar toda a verdade, conforme revelada nas Sagradas Escrituras, inclusive as orientações nelas contidas sobre a natureza da sexualidade humana. Não podemos negar que Deus Criador, o Senhor dos senhores, justo Juiz de toda a terra, condena a homossexualidade, conquanto ame os que a praticam, oferecendo-lhes o perdão e a graça que restauram a dignidade humana.3- Conclamamos todos os cidadãos a cultivar uma convivência pacífica e respeito ao próximo, mantendo a respeitabilidade e o pudor nas relações sociais. Reconhecemos que ninguém tem o direito de coibir a escolha sexual de quem quer que seja. No entanto, essa norma não pode impedir que qualquer cidadão tenha o direito de considerar impróprio e inconveniente ou de qualificar como imoral ou inaceitável o comportamento homossexual.A aprovação de uma lei não pode ferir as conquistas adquiridas na Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma em seu artigo XIX: “Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito exclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.Conscientes do exercício da nossa cidadania, faremos tudo o que for possível e justo, a fim de que construamos uma sociedade cada vez mais firmada nos valores éticos, morais e espirituais inspirados nas Sagradas Escrituras. Assim sendo, unimos-nos aos demais esforços para salvar o Brasil da degradação moral e da perseguição religiosa, bem como deixarmos um legado de justiça, paz e prosperidade para as futuras gerações.Rio de Janeiro, maio de 2007Pr. Oliveira de AraújoPresidente da Convenção Batista BrasileiraPr. Sócrates Oliveira de SouzaDiretor Executivo da Convenção Batista Brasileira.Reproduzido com a permissão de "O Jornal Batista".O original pode ser encontrado no site Portal da Convenção Batista Brasileira.28/05/07

NÃO POR FORÇA


Não por força"...mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos" (Zc 4.6).
Essa passagem do profeta Zacarias está inscrita com letras hebraicas nos dois braços inferiores da Menorá, o candelabro de sete braços que se encontra na frente do Knesset (parlamento israelense) em Jerusalém. É sempre uma bênção ter uma passagem da Bíblia diante dos olhos, e é importante que exista a preocupação de interiorizar a verdade bíblica pela fé, fazendo-a falar bem fundo ao nosso coração.
"Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos" (Zc 4.6). Transpondo isso para a nossa linguagem atual, significa abrir mão de recursos exteriores colocando toda a confiança no poder e direção do Espírito Santo. E aí se impõe a você e a mim a pergunta bem pessoal: será que estou disposto a trilhar esse caminho bíblico, que, sem dúvida, trará conseqüências consigo?
O príncipe deste mundo puxa as pessoas para o caminho inverso, fazendo-as buscar demonstrações de força e poder. Pensemos apenas no poder do dinheiro. Por trás dos pequenos negócios estão as grandes firmas, e, por trás delas as grandes multinacionais, esperando por suas vítimas como o fazem as serpentes. Apocalipse 18.23b as desmascara: "...pois os teus mercadores foram os grandes da terra, porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria."
Ou pensemos no controle eletrônico da população mundial. Apesar de se falar muito em proteção de dados, armazenam-se dados e informações em todos os lugares. Hoje isso talvez pareça algo inofensivo por se tratar basicamente da armazenagem de endereços, que são passados ou vendidos de uma firma a outra, mas sabemos que as malhas da rede ficarão cada vez menores no fim dos tempos, de tal modo que "...ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta, ou o número do seu nome (666)" (Ap 13.17). E no final todo o poder global será entregue à besta (anticristo), conforme Apocalipse 17.13.
Concentração de poder com vistas a uma união mundial também acontece na área política com a desculpa de se alcançar paz e maior bem-estar. E o mesmo vale para a área religiosa, para o ecumenismo. Nós, cristãos fiéis à Bíblia (queira Deus que o sejamos realmente!), representamos um empecilho espinhoso no caminho de uma religião universal única. A passagem de Atos 4.12 fundamenta a nossa posição, que será considerada como intolerância de nossa parte: "E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos". Pois com o poder de Satanás acontecerá a união mundial sob o anticristo. E nós, cristãos, temos de conhecer o jogo que está sendo jogado! Será que alguém joga ou brinca conosco? Mas claro que sim, se não nos encontrarmos debaixo do poder maior, que é Jesus Cristo. Quem é propriedade de Jesus não fica vulnerável à sedução satânica.
Sob o domínio de Seu Espírito
"Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito..." Nossa vida nos coloca diante de muitas decisões, e continuamente somos obrigados a decidir quantos "HP" humanos queremos incluir em nossas ações. Cada pessoa recebeu uma certa quantidade de força e poder – mesmo que seja apenas a própria língua! Será que sempre usamos esse poder corretamente? Tiago 3.2a faz a constatação humilhante de que "...todos tropeçamos em muitas cousas." Arrependimento e correção são necessários toda vez que isso acontece. Como é maravilhoso encontrar em Jesus um juiz paciente numa hora dessas. O versículo todo diz o seguinte: "Porque todos tropeçamos em muitas cousas. Se alguém não tropeça no falar é perfeito varão, capaz de refrear também todo o seu corpo." E como se chama este homem perfeito? Conhecemos apenas um que nunca falhou! Ele podia se expor às críticas e perguntar: "Quem dentre vós me convence de pecado?" (Jo 8.46). Ou vejamos como a Bíblia Viva o diz: "Quem de vocês pode verdadeiramente acusar-Me de um único pecado?" Pedro conviveu alguns anos com Jesus e por isso conhecia muito bem o seu Senhor, sabendo muito bem o que queria dizer quando testemunhou que Ele "não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1 Pe 2.22). Jesus explicou: "O meu reino não é deste mundo" (Jo 18.36). E por Seu reino não ser deste mundo, Jesus se entregou completamente, não fazendo uso de Seu poder. Nosso Senhor Jesus privou-se de todo e qualquer recurso exterior e abriu mão das legiões de anjos que estavam à Sua disposição. E este caminho da entrega total foi que O levou a receber todo o poder no céu e na terra. As atividades de Jesus sobre a terra aconteciam na autoridade do Espírito Santo, e Ele deseja que você participe e usufrua desse mesmo poder! Orientemo-nos sempre pelas ações e atitudes de Jesus. Que elas sejam nosso padrão!
A passagem bíblica mencionada no início era dirigida a Zorobabel; o texto completo diz o seguinte: "Prosseguiu ele (o anjo) e me disse: Esta é a Palavra do Senhor a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos." Zorobabel (significa nascido na Babilônia) era da linhagem real e havia nascido na Babilônia durante o exílio. Ele havia sido o líder da primeira leva de 50.000 exilados judeus que voltaram do cativeiro para Jerusalém. E o que encontraram em Jerusalém? Uma montanha de escombros! E Zorobabel reconheceu como prioridade reconstruir o templo e restabelecer o sacerdócio e o ministério dos levitas. Assim, Zorobabel ficou sendo o administrador da cidade.
Aqueles para quem o trabalho do Senhor é a prioridade máxima de suas vidas podem estar certos de ter a ajuda do Senhor de seu lado, conforme Jesus o disse em Mateus 6.33: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas." "Buscar primeiro" é uma ordem muito clara para nós, cristãos. Mas junto com a ordem vem a promessa: "...e todas estas cousas vos serão acrescentadas." E o que o Senhor promete Ele cumpre! Será que a edificação do Reino de Deus ocupa realmente o primeiro lugar em nossas vidas? Se o ministério cristão é nossa maior prioridade, não precisamos ter medo de que algo possa nos faltar. Mas age erradamente quem faz o caminho inverso, buscando em primeiro lugar seu próprio conforto e tentando atender em primeiro lugar às suas próprias necessidades. E estas pessoas ainda pedem que Deus os abençoe! Nós desonramos a Deus quando agimos de modo calculista e humano, contando apenas com nossos próprios meios e recursos!
O Senhor distribui entre nós tarefas grandes ou pequenas, e, às vezes, nos sentimos incapazes de realizá-las. Mas, nesses momentos, pela fé podemos confiar na ajuda e na promessa de Deus assim como Zorobabel o fez. Na carta de Tiago lemos: "Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma cousa" (cap. 1.5-7).
Podemos imaginar que surgiram dúvidas e tentações no coração de Zorobabel, e ele deve ter se questionado se era capaz de acabar o que estava iniciando. E nessa situação o Senhor lhe enviou esta maravilhosa palavra de ânimo: "Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos."
A inteligência e a capacidade humanas são de grande valor, mas quem não as sujeita ao Senhor e não as coloca a Seu serviço, perde a bênção que poderia receber e não alcança o alvo proposto. Uma vida assim fica sem frutos espirituais e as obras realizadas serão avaliadas diante do tribunal de Cristo e serão queimadas por serem madeira, feno e palha. Quem pensa conseguir realizá-las com suas próprias forças vive em um grande engano próprio. A sentença de Deus sobre essa pessoa é a seguinte: "Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!" (Jr 17.5). Portanto, firme-se na Palavra de Deus e aceite Seu conselho de deixar-se guiar e capacitar para toda e qualquer tarefa pelo Seu Espírito Santo. Tome como exemplo a humildade do rei Davi, e clame ao Senhor pedindo Sua ajuda: "Não me desampares, Senhor, Deus meu, não te ausentes de mim. Apressa-te em socorrer-me, Senhor, salvação minha" (Sl 38.21-22). E, veja só, Sua ajuda nunca veio tarde demais, pois Davi testemunha: "No dia em que eu clamei, tu me acudiste, e alentaste a força de minha alma" (Sl 138.3). Em uma dependência humilde como essa vivemos felizes e protegidos! Por isso, faça diariamente o que Davi fez: "Davi se reanimou no Senhor seu Deus" (1 Sm 30.6b). Davi era um herói de grandes façanhas: "As mulheres se alegravam e, cantando alternadamente, diziam: Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares" (1 Sm 18.7). Essas vitórias militares ou o acerto de contas com Golias foram os atos mais marcantes de Davi? De jeito nenhum! Sua maior vitória foi quando ele, com a força que vem de Deus, não fez uso da sua espada quando surpreendeu seu inimigo mortal Saul na caverna de En-Gedi (1 Sm 24)!
O apóstolo Paulo, que passou grandes dificuldades ao levar o Evangelho de país a país, recebeu a animadora promessa: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza" (2 Co 12.9a). O poder de Deus no Espírito Santo é o maior poder que Ele quer dar a você e a mim! Se contássemos mais com o Seu poder, experimentaríamos vitórias maiores!
O matrimônio e a família no sufoco anticristão
Quantos pais cristãos gemem hoje em dia sob a pressão maciça de nossa sociedade! Educação anti-autoritária ainda é "in", apesar de qualquer pessoa sóbria reconhecer que essa semeadura traz frutos assustadores. A reivindicação por democracia no casamento e na família está dentro das tendências da época, mas se encontra em oposição à ordem divina. Se o homem é o cabeça da mulher conforme 1 Coríntios 11.3, é lógico que ele é também o cabeça de toda a família. Mesmo que as feministas continuem cuspindo fel sobre o patriarcado e afirmem cada vez mais que o mesmo está definitivamente superado, isso nada muda na ordem divina, que é e continuará a ser um imperativo para nós, cristãos. Através de um estilo democrático de viver em família, a autoridade natural, que Deus deu ao homem, é ignorada. Mas ai do homem que abusa dessa autoridade e se aproveita de sua posição de liderança usando da força bruta! Um déspota desses, que procura elevar sua auto-estima com extravagâncias ditatoriais, que oprime sua esposa e seus filhos, esquece que o próprio Senhor é o cabeça da família!
Deus quer o melhor para nós; com Suas ordens Ele pensou em nosso bem! O patriarcado bíblico é uma instituição maravilhosa, pois pode ser uma fonte de alegria e de vida abundante. Mas Satanás soube muito bem como espalhar suas sementes venenosas bem dentro do paraíso que é a família – e o faz inclusive nas famílias cristãs. Cônjuges são separados uns dos outros pelas tendências da sociedade – pensemos apenas no alvoroço em torno da auto-realização. A educação dos filhos é solapada pelo que aprendem na rua ou na escola – quem não participa de tudo é um excluído. Mas não fiquemos inseguros, porém firmemo-nos em princípios bíblicos, mesmo que para isso tenhamos de nadar contra a correnteza. E como podemos fazê-lo? Resposta: "Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos."
A atual pedagogia, alheia à existência de Deus, humanística e anti-autoritária, levou os jovens a uma postura desafiadora e rebelde contra toda e qualquer autoridade. E isto deve ser debitado na conta de nós, adultos, nós que negligenciamos os princípios de Deus. Se deixarmos as coisas tomarem seu prórpio rumo, nos dirigimos ao ponto que é descrito por Isaías 3.4 da seguinte maneira: "Dar-lhes-ei meninos por príncipes, e crianças governarão sobre eles." O espírito de desrespeito, de chantagem, destruição e violência atinge mais e mais também os nossos filhos. E eles são, por sua vez, vítimas, por lhes faltarem os exemplos e os valores tão fundamentais para suas vidas. E isto representa uma clara acusação para nós, pais cristãos, pois exatamente nós é que deveríamos ser exemplos, segundo a vontade de Deus. Para uma educação no temor do Senhor é preciso ensinar aos filhos a auto-disciplina e não negligenciar o castigo. "O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo o discipilna" (Pv 13.24). Disciplina bíblica é muito difícil de ser praticada em nossos dias, mas realmente promete bons frutos no futuro!
O 6º capítulo de Deuteronômio nos revela de modo maravilhoso a pedagogia divina (lendo-o você vai entender por quê). Transpondo para os dias de hoje, isso pode nos ensinar resumidamente o seguinte: quando seu filho lhe pergunta (e ele pode e deve perguntar!): "Pai, porque você quer que seja assim e não de outro jeito?", então responda-lhe: "Porque Deus quer assim." Com isso, seu filho não apenas terá respeito por você, mas aprenderá também o temor do Senhor. E é isto o que faz tanta falta hoje em dia! Pais: disciplina orientada pela Bíblia, disciplina que deve ser justa e sincera tem maravilhosas promessas e não faz com que as crianças se aborreçam da casa paterna. Mas como será possível, como cabeça da família, ao mesmo tempo exercer a auto-disciplina e manter a autoridade? Também aqui a resposta é: "Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos."
A verdadeira fonte de poder
A eterna Palavra de Deus é nossa fonte de poder! Você se sente fraco e estressado? Então a promessa a seguir se aplica a você, que é vaso frágil: "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós" (2 Co 4.7). E esta fonte de poder Deus coloca à disposição de Seus filhos, para que possamos cumprir nossas tarefas e obrigações à Sua maneira. Fique ligado à videira como o ramo, e você viverá e trará frutos! "Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?" (Lc 11.13). O Senhor quer lhe dar Sua plenitude: "Pois ao que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado" (Mt 13.12).
A festa de Pentecostes nos recorda da grande fonte de poder: "...mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas..." (At 1.8a). Deus não precisa de pessoas poderosas, mas de pessoas que vivem no poder que reside na dinâmica divina: "Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos." (Burkhard Vetsch - http://www.chamada.com.br)

PURIFICAR A IGREJA


Todo homem fala sobre Igreja e, muitos, até freqüentam alguma Igreja. Mas, será que sabemos o que realmente é a Igreja? Devemos meditar na Palavra de Deus para resgatar a verdade do que é a Igreja. Precisamos compreender que Deus é o Criador e o Idealizador da Igreja. Somente o Espírito Santo edifica a Igreja, que é um organismo divino e não uma organização humana e natural.
A Igreja pertence à esfera do Espírito, onde Deus habita. Tudo que há no Universo foi criado por Deus, nada pertence ao homem. A Igreja é tudo aquilo que veio de Cristo, que pertence a Cristo. No livro de Marcos 8:15 está escrito: “Mas Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou. Ela se levantou e passou a servi-lo”. Existem duas maneiras de purificar a Igreja: guardar-nos do fermento dos fariseus e guardar-nos do fermento de Herodes. O fermento é uma substância que incha, que dá volume na massa e não tem consistência.
Os fariseus eram membros do judaísmo, que estudavam o Pentateuco, mas não praticavam o que conheciam. Sabemos que a lei do Velho Testamento condenava, porque tinha o objetivo de revelar ao homem sua natureza caída e pecaminosa. Porém, após a vinda de Cristo, a lei tornou-se vida através da punição do Senhor na cruz do Calvário. Agora temos o Espírito da vida, que cumpre a lei por nós.
O fermento é a religião vazia, a regra externa. Em Primeira João 2:27 está escrito: “Quanto a vós outros, a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nele, como também ela vos ensinou”. Jesus está dentro de nós, Seu guiar é totalmente interno (1Coríntios 3:16). A Palavra de Deus é viva e nos impulsiona a mudar.
Por isso, se não estamos sendo transformados pela palavra que recebemos é porque algo está fora do padrão divino. Ou não queremos mudar ou estamos recebendo ensinos humanos. O plano de Deus é que conheçamos Sua Palavra, nos rendamos a ela, a pratiquemos e glorifiquemos ao Senhor Jesus.
A Igreja é um lugar de vida e não de religião. Vida é tolerar os insuportáveis, aceitar os outros como eles são, não prejudicar as pessoas, amar, andar em retidão. Religião vazia é não temer ao Senhor, é dizer que crê em Deus sem O obedecer, é andar segundo os conselhos humanos do que é certo e errado, do que se pode ou não pode fazer. Na Igreja, contudo, só existe “está escrito”, tal qual Jesus Cristo respondeu a Satanás, em Mateus 4.
O fermento praticado por Herodes é a tentativa de conciliar a Igreja com o mundo, sendo que eles são opostos entre si. A obra de Deus é interior, de dentro para fora. Quando permitirmos que o Espírito de Cristo nos purifique, mediante a nossa obediência aos conselhos de Cristo revelados na Bíblia, estaremos cooperando na purificação da Igreja.

sábado, 26 de julho de 2008

A FAMÍLIA DE DEUS, FAMÍLIA FORTE


A Igreja não deve aceitar os padrões mundanos, deturpados e pecaminosos de formação familiar atual Família é o plano perfeito de Deus. O homem (Adão) é o provedor, o despenseiro, o dono das sementes, o caçador, o protetor, desde o princípio. Ele busca avidamente um terreno. “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai...” (Gn 1:28).O homem procura a terra fértil que lhe agrade os olhos. Percorre-a, e a revolve para prepará-la para o plantio. Ele quer ter intimidade com sua propriedade e, para isso, busca conhecê-la e descobrir seus segredos para depositar suas sementes. Isto é ordem de Deus.Qual é o lavrador que não ama sua terra? Qual é o agricultor que não valoriza a sua sementeira e aguarda os dias festivos da colheita?A mulher (Eva) é a terra boa para a sementeira de Adão. Ela é aquela que Deus fez para a glória do marido. Deus a trouxe ao homem para agradá-lo, amá-lo e honrá-lo. Ela é a chocadeira, a dona do ninho, o receptáculo das sementes. Toda a vaidade universal da Eva é para agradar a Adão e atraí-lo para si mesma. Ela necessita dos frutos cujas sementes Adão é o portador. Deus colocou nela o desejo intenso de ser mãe. A mulher não tem a consciência de que essa busca em agradar ao homem para ser a escolhida dele está intimamente ligada à ordem de Deus para a sua vida. Os filhos são o resultado dessa união perfeita: o semeador e a terra boa. “Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Sl 127:3).Os filhos são os troféus do casal. São motivo de glória, honra e orgulho também. Nesse sentido pode-se dizer que os filhos quase levam os pais a pecarem pela vaidade e idolatria, tal é o prazer que estes têm pelos seus filhos. “E disse Sara: Deus me deu motivo de riso” (Gn 21:6).Assim fica o homem em sua vida familiar, aguardando pacientemente o dia da glorificação. E isso pode ser tanto no dia do nascimento de um filho, como numa simples apresentação do teatrinho da escola ou no dia da formatura, quando ele vai olhar para os lados, procurando algum outro olhar, não importa de quem, qualquer olhar serve, para acenar com os seus olhos em direção ao seu fruto e dizer, buscando sua própria glória e cheio de orgulho: - “Esse é o meu filho”!Na família há uma troca. Todos dão e todos recebem. Cada um faz sua parte e todos têm o seu papel definido e totalmente necessário no contexto familiar. Há uma interdependência vital entre as partes para que o todo seja perfeito.Adão quer buscar, escolher sua varoa, sua terra boa e escolhida para semear. Eva quer agradar, ser caçada, desejada e escolhida pelo varão. Os dois juntos desejam frutificar, multiplicar-se para obedecer a Deus.Os filhos precisam dos cuidados dos pais para crescerem felizes e independentes. Eles alegram os pais.Os pais ao verem seus traços, sua personalidade, suas tendências repetidas nos filhos, alegram-se com o sentimento de eternidade e continuidade da vida. E alguns só conseguem se realizar em muitos de seus projetos através dos feitos dos filhos, quando os mesmos realizam o que eles sonharam fazer e não o conseguiram.Nós, como Igreja do Senhor, não devemos aceitar os padrões mundanos, deturpados e pecaminosos de formação familiar da atualidade. O que se vê hoje não é normal e não precisamos fingir que aceitamos e que está tudo bem. Porque não está no nosso manual de conduta, que é a Bíblia Sagrada. A palavra de Deus não se moderniza nunca. Nosso Senhor é fiel aos seus padrões morais. E o que Deus falou tá falado! louvado seja nosso senhor Jesus Cristo.

A HORA DA VERDADE SOBRE O ISLÃ

O Que é Ser Fanático? Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de fanático?
Os Estados Unidos despertaram no dia 11 de setembro, assistindo na televisão às cenas estarrecedoras de aviões comerciais sendo lançados deliberadamente contra as torres do World Trade Center e contra o Pentágono. A surpresa e a dificuldade em se acreditar no que estava acontecendo logo deram lugar ao questionamento: quem poderia planejar de forma extremamente cuidadosa e executar de modo eficiente essa destruição e esses massacres tão terríveis e desumanos? Que causa poderia motivar de maneira tão poderosa homens educados e treinados a sacrificar suas próprias vidas e as vidas de tantos desconhecidos inocentes?
Para as pessoas civilizadas, esses homens eram fanáticos. Mas será essa a verdade? O Que é Ser Fanático? Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de fanático? É razoável descrever assim a um homem que é reconhecido mundialmente como o representante de sua religião? Quem conhece melhor sua religião do que o próprio líder espiritual? O aiatolá Khomeini do Irã demonstrou isso quando declarou: A alegria maior no islã é matar e ser morto por Alá.[1] Isso é fanatismo? Pode-se chamar o fundador de uma das maiores religiões do mundo de fanático? Maomé, que juntamente com seus seguidores massacrou milhares de pessoas para estabelecer e espalhar o islã, disse aos muçulmanos: Matem a quem não aceitar nossa fé...[2] Recebi a ordem de Alá para lutar com as pessoas até que elas testifiquem que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta.[3] Maomé era um fanático? São fanáticos aqueles que lhe obedecem hoje em dia, impondo a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a outra religião (como ocorre no Afeganistão, nos Emirados Árabes, no Paquistão, na Arábia Saudita e no Sudão)? Precisamos de uma nova definição de fanático?
Terrorista e Prêmio Nobel da Paz: Existe uma certa hipocrisia no modo irado com que os Estados Unidos e o mundo agora estão vendo o terrorismo. O terrorista mais maligno, sanguinário e bem-sucedido da História, Yasser Arafat, recebeu o prêmio Nobel da Paz e foi aclamado como um líder de Estado. Para seus possíveis imitadores ele é a prova cabal de que o terrorismo vale a pena. As Nações Unidas, a União Européia e incontáveis líderes políticos e religiosos aliaram-se a ele em seu terrorismo contra Israel. Arafat e sua OLP são detentores de alguns recordes: o maior seqüestro (quatro aeronaves de uma só vez) - igualado agora com os recentes atentados -, o maior número de reféns de uma só vez (300), o maior número de pessoas assassinadas em um aeroporto, o maior resgate já recebido (US$ 5 milhões, pagos pela Lufthansa), a maior variedade de alvos (um avião com 40 passageiros civis, cinco navios de passageiros, 30 embaixadas ou missões diplomáticas, além de incontáveis depósitos de combustível e fábricas), etc.[4]
Ao invés de ser julgado por um tribunal internacional, como os líderes nazistas e sérvios, os atos sangrentos de Arafat lhe garantiram aceitação e fizeram dele um líder pela paz!
Atos de Guerra: Em seu breve discurso, feito na manhã do dia 12 de setembro, o presidente George W. Bush declarou que os ataques contra Nova York e Washington eram atos de guerra. Sim, foi isso que eles representaram: atos da jihad (guerra santa). Bush disse que a liberdade e a democracia estão sob ataque [mas] não permitiremos que este inimigo vença a guerra ao... restringir nossas liberdades.
É mera coincidência que as liberdades de expressão, de religião, de imprensa, de voto e de consciência, que os americanos possuem e valorizam tanto, são suprimidas em todos os países muçulmanos? Quem se atreve a fazer a conexão óbvia entre essa declaração de guerra contra a América, e a declaração de guerra contra o mundo inteiro, feita por Maomé no século VII, algo que desde então passou a ser parte do islã? Desde o seu início, a jihad tem sido conclamada pelos guerreiros islâmicos para espalhar essa religião de violência e ódio. O islã não muda. Em seu fanatismo, hordas furiosas de muçulmanos invariavelmente bradam: Alá é maior! Alá é maior!
Depois do surgimento desses terríveis atos de guerra santa, numerosas vezes o presidente dos EUA e os líderes do Congresso americano referiram-se a Deus e invocaram a Sua bênção para perseguirem os perpetradores desses atos infames. O Deus da Bíblia a quem eles se referem não é Alá, o deus do islã, a quem os terroristas serviram tão fielmente através dos ataques! É evidente que os seqüestradores não eram israelenses nem cristãos evangélicos. Isso seria impossível! Um fato simples, porém terrível, é que somente o islamismo poderia fornecer a motivação para o que eles fizeram. Por que são muçulmanos os responsáveis pela maior parte dos atos de terrorismo realizados no mundo hoje? Existe um motivo que é definitivo e fundamental para isso.
Recompensas no Paraíso: Seria ingenuidade extrema imaginar que os terroristas que estão dispostos a se tornar homens-bomba em Israel ou a explodir um avião, o que custará sua própria vida e a de muitas outras pessoas, estão fazendo algo por uma causa humanitária. Sua coragem vem de uma doutrina específica do islã. Abu-Bakr, o primeiro califa a suceder Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o paraíso sem a necessidade de martírio), declarou que, mesmo que estivesse com um pé dentro do paraíso, não poderia confiar que Alá o deixaria entrar. No islã, a única maneira de alguém chegar com certeza ao paraíso é sacrificar sua própria vida na jihad. Para o muçulmano, é proibido o suicídio como ato contra a própria vida, mas quando ele sacrifica a vida para matar infiéis, isso lhe traz a maior das recompensas.
Qual é a recompensa, no paraíso, para o mártir da jihad? A promessa é que ele receberá um palácio feito de pérolas que possui 70 mansões; dentro de cada mansão existem 70 casas. Em cada casa há uma cama com 70 lençóis e, em cada lençol, uma bela virgem. Ele recebe a garantia de que terá o apetite e a força de 100 homens para a comida e para o sexo. Esse é um sonho fantástico, alimentado pelos meninos muçulmanos desde sua tenra infância. Apenas essa motivação já é suficiente para lhes dar a coragem e a determinação inabaláveis para treinar e executar atos terroristas em que sacrificarão suas vidas, trazendo morte e destruição para os inimigos de Alá. O Ódio Faz Parte da Doutrina.
Os EUA têm sido chamados de o Grande Satã por líderes muçulmanos de todo o mundo. Portanto, um ataque aos Estados Unidos seria um golpe de Alá contra seu principal inimigo. Palestinos dançaram nas ruas celebrando a destruição nos EUA, decretando a vitória de Alá. Um dia antes do ataque, a rede CNN exibiu em sua programação normal cenas de crianças da terceira série de uma escola na Margem Ocidental do Jordão cantando em coro: Morte a Israel. Apenas o doutrinamento islâmico faz com que sejam possíveis essas cenas inacreditáveis de pessoas celebrando o terrorismo. Ainda que as pessoas de bem naturalmente esquivem-se de culpar a própria religião islâmica, que é uma das maiores do mundo, esse tipo de sentimentalismo não é apropriado. Não se deveria continuar permitindo que o islã fuja de sua inegável responsabilidade.
Mesmo assim, o presidente Bush chamou o islamismo de uma religião que ama a paz. Os devastadores atos de guerra cometidos por terroristas islâmicos contra os Estados Unidos foram respondidos com declarações inocentes de bem-intencionados líderes do governo, tentando mostrar que devemos distinguir entre o terrorismo praticado por grupos extremistas e o islã, que seria pacífico. Entretanto, existem mais de 100 versículos no Corão defendendo o uso da violência para espalhar o islã. No Corão, Alá ordena aos muçulmanos: Não tomeis por aliados os judeus e os cristãos... Matai os idólatras [não-muçulmanos] onde quer que os encontreis... combatei os que não crêem em Alá... (Suras 5.51; 9.5,29,41, etc.). Ainda que a maioria evite obedecer a esses mandamentos, esse é o islamismo oficial, que não pode ser mudado sem que se admita que Maomé foi um falso profeta e um assassino.
Convocação Para a Guerra: Muitos anos atrás, Steven Emerson produziu para a PBS [5] um excelente vídeo intitulado Jihad na América. As câmeras mostravam como funcionavam os pequenos grupos associados às mesquitas nos Estados Unidos, onde jovens muçulmanos voluntários estavam sendo recrutados para a jihad contra os Estados Unidos. No vídeo, os líderes muçulmanos aparecem discursando sobre o dever de se humilhar os EUA através do terrorismo e fazendo, a sangue-frio, declarações como esta, de Fayiz Azzam no Brooklyn [bairro de Nova York], em 1989: O sangue deve jorrar; é preciso que haja viúvas, órfãos, pedaços de corpos devem ser arrancados e espalhados, junto com o sangue, em todo lugar, para que a religião de Alá reine soberana! Sim, a motivação é a religião de Alá!
Em 1988, no estado do Kansas, outro líder de recrutamento de guerreiros santos islâmicos contra os Estados Unidos exultou: , irmãos! Depois do Afeganistão [onde os muçulmanos lutadores da liberdade, ajudados pela CIA, expulsaram os russos e instalaram o brutal regime do Talibã] nada mais é impossível para nós neste mundo! Não existem superpotências ou micropotências, o que importa é a força de vontade que surge de nossa crença religiosa! Sim, uma crença religiosa, uma crença particular do islã, é o único motivo capaz de inspirar tal fanatismo.
No início do programa, Emerson, que havia investigado o terrorismo internacional nos últimos dez anos, mostrava o que ele chamou de redes de extremistas islâmicos dentro dos EUA. Ele avisou com precisão que para esses militantes a jihad é uma guerra sagrada, uma luta armada para derrotar aqueles que não crêem, os infiéis, e seu alvo final é estabelecer um império islâmico [mundial]. Entretanto, posteriormente ele voltou atrás, declarando que o islamismo, enquanto religião, não estimula a violência; os radicais estão representando apenas a eles mesmos - uma facção extremista e violenta... Mas isso simplesmente não é verdade. Esses homens tornam-se terroristas não porque são árabes ou extremistas, mas por serem muçulmanos devotos.
Porém, quem quer encarar esse fato óbvio? O ódio a Israel e a convocação para destruir os Estados Unidos por apoiarem os judeus também são temas destacados pelos terroristas, conforme mostrou o documentário. Outro líder muçulmano nos EUA declarou que o Capitólio em Washington é território ocupado por sionistas, que os judeus controlam o Congresso americano, e que os Estados Unidos merecem sofrer enquanto continuarem apoiando Israel. Referindo-se repetidamente aos guerreiros santos do islã, o programa da PBS documentou, da forma mais clara possível, que o islã é a força motriz por trás do terrorismo.
Entretanto, é impressionante que o narrador e peritos em contra-terrorismo entrevistados declararam repetidas vezes que o islã não deveria ser responsabilizado, mas apenas o fanatismo de certos indivíduos. Por exemplo, Paul Bremer, ex-embaixador especial na área de contra-terrorismo do Departamento de Estado americano, disse: é importante fazermos uma distinção... a grande maioria dos muçulmanos e árabes é amante da paz.
Uma Religião Fundamentada na Violência: É verdade que a imensa maioria dos muçulmanos é amante da paz e afirma que se opõe ao terrorismo. Naturalmente eles têm nossa simpatia, mas deveriam estar se questionando por que seguem uma religião fundada através da violência, que desde o início tem sido imposta através da espada. Sob a liderança de Maomé no século VII, milhares de árabes (e muitos judeus e cristãos) da Península Arábica foram mortos pelos ferozes guerreiros santos do islã, que impunham a aceitação daquela religião no mundo árabe. Com a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, imaginando que finalmente ficariam livres. Rapidamente, dezenas de milhares foram massacrados nas Guerras da Apostasia, que forçaram a Arábia a voltar ao domínio de Alá. A partir daquela base, o islã foi propagado por todo o mundo através da espada.
Após a inesquecível terça-feira negra de setembro, os americanos ouviram repetidas vezes autoridades bem-intencionadas dizendo que devemos ser cuidadosos para não culpar o islã por aquilo que uns poucos fanáticos fizeram. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Enquanto muçulmanos nominais rejeitam essa idéia, os eruditos islâmicos concordam que é uma obrigação religiosa de cada muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o islã, até que este domine o mundo.
Precisamos encarar algumas questões simples: Não é a tentativa de forçá-los a se submeterem ao islã o que causa a escravidão cruel, a tortura e o massacre de milhões no sul do Sudão, por exemplo? Não é o islã a força por trás dos ataques assassinos e destrutivos contra cristãos que ocorrem na Nigéria, na Indonésia, no Paquistão e em outros lugares? Não é a imposição da lei islâmica que faz o Talibã negar todos os direitos civis às pessoas que estão sob seu controle no Afeganistão? O que além do islã une o sempre conflituoso mundo árabe em um ódio implacável e irracional contra Israel?
Nenhum mapa árabe do mundo admite a existência de Israel. É somente a declaração do islã de que Ismael, e não Isaque, era o filho da promessa e que a Terra Santa pertence a ele que une os árabes numa fanática determinação de destruírem os judeus. Preconceito Religioso? Há uma relutância natural em aceitar qualquer declaração que pareça ser preconceituosa contra uma religião mundial. O medo de tal preconceito impede o mundo de encarar a verdade. Seria preconceito expor esses simples fatos? Não é - mas é difícil encarar a verdade de que o islã é uma religião de violência e que seus praticantes não são extremistas e fanáticos, no sentido estrito dessas palavras, mas seguidores sinceros de Maomé.
O mundo todo tem se juntado ao islã em sua falsa exigência em relação à terra de Israel, que hoje é erroneamente chamada de Palestina. Essa Terra Prometida, dada a Israel pelo Deus da Bíblia, tem sido continuamente ocupada pelos judeus durante os últimos 3.000 anos, e eles são as únicas pessoas que deveriam fazê-lo. Em reconhecimento desse inegável fato histórico, toda a Palestina deveria ter sido entregue aos judeus para ser seu território segundo uma decisão da Liga das Nações em 1917. Mas os judeus foram traídos pela administração inglesa na execução dessa determinação (e o declínio do Império Britânico pode ser datado a partir dessa traição). A terra foi dividida entre a Jordânia, a Síria, o Líbano, etc.
Israel agora é acusado de ocupar a terra que, na verdade, tem sido sua por 3.000 anos. Esses palestinos de última hora são sustentados por uma mentira propagada pelo mundo inteiro, que diz que eles são os proprietários originais daquela terra. Como resultado, o terrorismo é perpetrado não apenas contra Israel, mas agora também contra os Estados Unidos, com o objetivo de fazer pressão para que o povo de Israel seja expulso da terra que é sua por direito e para que o islã se espalhe por todo o mundo.
E agora, o que deve ser feito? Chegamos a um momento definitivo, quando a verdade poderia triunfar se o mundo reconhecesse que os terroristas não são fanáticos, mas fundamentalistas muçulmanos devotos que estão seguindo sua religião com fidelidade. Esse reconhecimento poderia trazer uma preocupação renovada com os muçulmanos de todas as nacionalidades, que estão cruelmente aprisionados por esse sistema religioso. A exposição da verdade poderia constranger as nações muçulmanas a abrirem a Cortina Islâmica e a dar liberdade para que se entre em suas fronteiras. Essa poderia ser uma nova chance de evangelização do mundo, onde não a força, mas o amor e a razão permitiriam que cada pessoa determinasse a fé que desejaria seguir de todo o coração. Oremos para que isso aconteça. (TBC 10/01, Dave Hunt - extraído da revista Notícias de Israel 11/2001)

O EVENTO POLÍTICO MAIS IMPORTANTE NA HISTÓRIA DO MUNDO : O NASCIMENTO DE JESUS CRISTO


O evento político mais importante na história do mundo: o nascimento de Jesus Cristo, o primeiro e verdadeiro defensor da liberdadeMEDIA ADVISORY, dezembro de 2007 /Christian Newswire — A declaração seguinte foi dada por John Lofton, editor de TheAmericanView.com:“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele”. (Marcos 12:17)A importância religiosa do nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é bem conhecida. Mas, o que não é tão bem conhecido e compreendido é que o nascimento de nosso Senhor é “o evento mais importante da história mundial”, conforme diz o Dr. R.J. Rushdoony em seu livro “The Foundations Of Social Order: Studies In The Creeds And Councils Of The Early Church” (1968). Ele diz que o fato de que Deus veio em carne “foi uma grande derrota para o estatismo na história do homem” porque estabeleceu Deus como “o verdadeiro soberano e verdadeira fonte da lei”.O Dr. Rushdoony comenta: “A liberdade no mundo ocidental começou quando homens de Deus começaram a repudiar a pretensão do Estado de ser o salvador dos homens. O Estado então, de acordo com a Bíblia, foi colocado como ministério da justiça. Mas, em todo lugar em que Cristo é rejeitado como o Salvador dos homens, ali a liberdade perece à medida que o Estado de novo insiste em suas pretensões messiânicas. Os homens estão encrencados, e a história é o registro das tentativas de eles encontrarem a salvação. Os homens precisam de um salvador, e a questão é simplesmente qual salvador eles escolherão: Cristo ou o Estado? Ninguém consegue escolher um sem negar o outro, e todas as tentativas de se fazer concessões são pura ilusão.“Portanto, a questão chave de nossa época é senhorio e soberania: Quem é senhor e soberano, Cristo ou o Estado? O Natal nos faz recordar mais uma vez o nascimento do único e verdadeiro Senhor e Soberano deste mundo. Nossa escolha é reconhecê-Lo ou sermos por Ele julgados”Assim, todo falatório sobre “emancipação” e “liberdade”, como se ambas pudessem ser obtidas sem o governo do Rei Jesus, é mentira. Conforme nos diz a Palavra de Deus, é só quando o Filho de Deus nos liberta que somos “verdadeiramente livres” (João 8:36), livres do poder do pecado.Ser livre do pecado é a definição cristã para “emancipação” e “liberdade”. Essa definição é radicalmente diferente da definição moderna que vê “emancipação” e “liberdade” como simplesmente a ausência de todas as limitações — que é licenciosidade, não liberdade verdadeira. Veja também 2 Coríntios 3:17, onde Deus nos diz que “onde está o Espírito de Deus, aí há liberdade”.

O GRANDE AVIVAMENTO

A Igreja precisa crer e buscar a promessa do GRANDE AVIVAMENTO do Espírito Santo
Ai dos que repousam em Sião e dos que estão seguros no monte de Samaria, que têm nome entre as primeiras nações e aos quais vem a casa de Israel. (Amós 6:1). Ai dos que repousam em Sião.
Sim, não podemos descansar até ver Deus operando e agindo com Poder no meio do Seu povo. Não podemos repousar, porque existe uma promessa de Avivamento e não repousaremos até vê-la cumprida. Deus desenhou e delineou muito bem o quadro do GRANDE AVIVAMENTO para os últimos dias. O mesmo Jesus que profetizou que haverá então grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tão pouco há de haver (Mt. 24:21) também pela Sua Palavra determinou que enviará sobre a terra um GRANDE AVIVAMENTO, o Espírito Santo irá ser derramado sobre toda a carne e toda a terra se encherá da Glória do Senhor como as águas cobrem o mar (Is. 11:9).
Sim, porque haverá uma grande tribulação Deus também tem prometido um GRANDE AVIVAMENTO. E não é possível para uma Igreja que é viva, crente, inflamada pelo sopro do Espírito Santo deixar tudo isto simplesmente acontecer sem fazer nada. A Igreja precisa orar como nunca fez. A Igreja precisa pregar o Evangelho como nunca fez. A Igreja precisa santificar-se e buscar a face de Deus como nunca fez. A Igreja precisa crer e buscar a promessa do GRANDE AVIVAMENTO do Espírito Santo. O profeta Habacuque é o profeta da oração. Habacuque, de fato, é o profeta do avivamento e o profeta da mensagem de salvação pela Fé, da vida com Deus pela fé, da fé que gera esperança pela restauração do povo de Deus. Ele previu os julgamentos de Deus contra toda a impiedade das nações. Viu também que o Deus justo, cheio de ira contra o pecado dos homens e das nações é Deus cheio de misericórdia. Sua oração: Aviva ó Senhor a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica, na ira lembra-te da misericórdia. (Hb. 3:1).
Entretanto, diante da realidade espiritual de seu povo, da realidade de injustiça, da pecaminosidade, da miséria espiritual mesmo, ele decidiu agir. Sobre a minha guarda estarei, sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei para ver o que fala comigo e o que eu responderei, quando eu for arguido. (Hb. 2:1) Em outras palavras: Eu não vou ficar parado, eu vou tomar a minha posição, em vou estar na brecha, eu vou me apresentar diante de Deus de tal modo que quando Ele falar estarei atento para ouvir, quando Ele perguntar eu estarei pronto para responder. Não ficarei indiferente a tudo o que acontece ao meu lado. Não, eu vigiarei. Ficarei sóbrio e atento. Então o Senhor me respondeu e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa. Porque a visão é ainda para o tempo determinado e até ao fim falará e não mentirá. Se tardar, espera-o; porque certamente virá, não tardará... O justo pela sua fé viverá. (Ha. 2:2-4) Escreva a Visão. Escreva a Visão. Torne-a conhecida. Fabrique um outdoor e escreva nele a visão de tal modo que até o que passar correndo possa lê-la.
Deus nos deu uma VISÃO. Uma Visão de Avivamento. Uma Visão de Adoração. Uma Visão de Missões. Uma Visão de Comunhão e uma Visão de Socorros. Também não podemos ficar indiferentes. Não temos este direito. Precisamos tomar nossa posição. Crer nas promessas do Senhor e viver em função delas. Satanás sabe que a Visão irá cumprir. Satanás se opõe a ela porque é uma Visão de Deus. Se fosse do homem ele diria: Deixa para lá. É do homem. Não irá afetar o meu reino. Mas como é de Deus e irá se cumprir, ele usa todas as suas artimanhas para que a Visão de Deus não se estabeleça. Assim, do mesmo modo, ele se arremessa contra a Igreja para tentar impedir o Grande Avivamento.
Satanás, como nominou a irmã Fuchsia Pickett, usa cinco ataques ou cinco espíritos para tentar impedir o Avivamento sobre a Igreja. O espírito de feitiçaria, o espírito de Jesabel, o espírito de traição de Absalão, o espírito de pseudo aconselhamento e o espírito de farisaismo.
Deus colocou em meu coração entregar três recados a Sua Igreja. E em parte já o fiz. Alertei à Igreja, em Nome de Jesus, sobre o risco que corremos em nos acomodarmos e não cumprirmos aquilo que Deus nos tem incumbido. Já ministrei dentro da Visão que o Senhor deu a Visão de Avivamento e a Visão de Comunhão. Sei que falta ainda a Visão de Adoração, a Visão de Missões e a Visão de Socorros. Falei sobre três destes cinco espíritos ou ataques que Satanás tem lançado contra a igreja para impedir que o avivamento do Espírito Santo venha sobre ela.
Mas, nos próximos três números nos deteremos em ministrar sobre o que é, como atua e como nos defendemos do espírito de pseudo aconselhamento.
Escrito pelo Pr. Josimar Salum

NEGLIGÊNCIA - MISSÕES

Servo do Senhor, serva do Senhor, onde enterraste o teu talento?
O Senhor vem e fará contas com cada um de nós. A um Ele dirá: „Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel sobre o muito Te colocarei, entra no gozo do Teu Senhor. (Mt. 24:21)
Outros dirão, procurando justificarem-se a si mesmos por não terem feito nada. Porque receberam dádivas e bençãos como os outros receberam, mas não trabalharam, antes enterraram o seu talento, enterraram o que receberam do Senhor. E dirão em vão: Senhor, eu conhecia que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajunta onde não espalhaste e atemorizado escondi na terra o teu talento, aqui tens o que é teu.
Servo do Senhor, serva do Senhor, onde enterraste o teu talento? Onde tens enterrado as palavras, os avisos, os recados de Amor que Teu Senhor tem te dado? Onde tens colocado em prática todo o ensino e todo o conhecimento que Deus tem te dado de Sua palavra? Você pode dizer: Tenho medo de trabalhar e de me envolver com a igreja, mas isto teu Senhor não aceita como justificativa. E você pode perguntar: Pastor, como tenho enterrado meu talento? Deus tem derramado sobre a tua vida uma medida de Unção. E a Unção que Ele derrama Ele derrama para enviá-lo a alcançar outros, Ele te abençoa para que você abençoe a outros. Você recebe, porém não entrega o que recebeu. Você tem a mensagem do Evangelho, mas recusa-se a compartilhá-la com outros. Lembra-te de quanto tens sido visitado pelo Poder de Deus! Desde que recebestes o Poder de Deus, você tem usado este poder para libertar outras vidas? O que você tem falado de Evangelho aos teus amigos? E o que dizer da tua vida de oração? Como e quanto você intercede pelos teus companheiros? Como tem investido o teu tempo? Como tem sido a tua vida diante da Santidade do Senhor? Qual é a prioridade da tua vida? Jesus e o Evangelho ou as coisas deste mundo?
Ninguém aqui neste templo desejará um dia ouvir estas palavras do Senhor: Mau e negligente servo, sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei... Tirai-lhe pois o talento e dai ao que tem os dez talentos. Porque a qualquer que tiver será dado e terá em abundância, mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado. Lançai pois o servo inútil nas trevas exteriores, ali haverá pranto e ranger de dentes.‰ (conf. Mt. 25:14-30) Negligenciar é descuidar, é desleixar, é deixar de fazer aquilo que deveria ser feito. Você deve orar a sós com Deus e você não ora. Você deve ter prazer e estudar a Palavra de Deus e você não o faz. Você deve usar os talentos que Deus te deu para a Glória dEle e você os usa para agradar-se a si mesmo e para agradar-se das coisas do mundo e satisfazer teus desejos. Você deve conservar-se a si mesmo puro, mas você se mistura e se contamina com as coisas deste mundo. Você deve falar do Amor de Cristo aos outros, mas você nega-se a testemunhar. Isto é negligenciar e descuidar do que Deus tem te dado a fazer.
Deus tem nos dado uma Visão para a Igreja. Deus tem nos dado uma Visão para esta obra. E não podemos negligenciá-la. Deus tem nos dado uma Visão de Avivamento. Uma Visão de Adoração. Uma Visão de Missões. Uma Visão de Comunhão. E uma Visão de Socorros, de ajuda aos necessitados. E não podemos negligênciá-la.
Escrito pelo Pr. Josimar Salum

sexta-feira, 25 de julho de 2008

A COMIDA QUE DURA - MISSÕES

Os seguidores de Jesus, na sua maioria, perderam a perspectiva do ponto de vista de onde Jesus está olhando. O olhar dele é de infinita compaixão e ele vê o mundo inteiro. Um mundo mergulhando na mais densa escuridão. Os discípulos que perderam a visão dele e da sua obra têm seus olhos voltados para baixo em direção horizontal numa triste demonstração de vergonha e derrota.O diagnóstico do Mestre amado e a receita para uma renovação de metas, propósitos e uma vida de constantes vitórias é apresentado por ele quando diz: “Mas olhem e vejam bem os campos: o que foi plantado já está maduro e pronto para a colheita” Jo. 4.35b NTLHO compromisso com o mundo e com as coisas que no mundo há, está impedindo os discípulos de trabalharem com afinco na seara do Mestre Amado. O que foi e está sendo plantado, já está maduro e pronto para a colheita, necessitando de trabalhadores animados e dispostos a cumprir a ordem de atuar com muita dedicação na colheita dos frutos, já prontos; que são as vidas que estão espalhadas nos quatro cantos do mundo.A certeza da presença do Mestre Jesus infunde uma tranqüilidade tal, que muitos pensam e vivem despreocupados de que tudo vai acontecer como num passe de mágica. Jesus fez os milagres e os discípulos pensavam que Jesus teria que fazer tudo, eles não teriam participação em nada, porquanto, ELE ESTAVA ALÍ, BEM PRESENTE.No momento em que Jesus convida Pedro para andar sobre as águas ele temeu e afundou; Jesus esperava que ele tivesse fé suficiente para agir na hora em que ele muito necessitava. Jesus não caminhou por ele, tão somente o ajudou quando ele fracassou.Em outro momento, Jesus mandou que eles tirassem a pedra do sepulcro de Lázaro e logo em seguida tirassem as faixas que o envolviam; algo insignificante diante do tão grande milagre da ressurreição! Ele transferiu essa ação para eles. Antes de multiplicar os pães e os peixes ele criou uma expectativa em torno dos discípulos para que eles fizessem e não apenas cressem. E nem uma das duas coisas aconteceram. No jardim do Getsêmane, eles imaginavam que Jesus iria libertar-se dos homens que chegaram para prendê-lo, contudo, ele não o fez. O despreparo daquele grupo que estava com ele naquela noite no jardim, permitiu que eles agissem de maneira humana e carnal, utilizando da espada para atingir o próximo e além do mais, covardemente todos fugiram.A grande decepção causada pelos seguidores dele o fez lançar em seus rostos para onde estavam voltados os seus interesses e motivações. “...vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam o meus milagres” Jo.6.26. Pessoas que estavam com ele e perto dele, contudo, não tinham a visão de um mundo sem paz, e sem esperança.Ele, de maneira sábia, tirou os olhos deles das “coisas” levando-lhes a olhar para a mesma direção em que ele estava olhando; “ ...mas a fim de conseguir a comida que dura para a vida eterna.”.v.26. Mas adiante ele mostra que ele é o Pão do Céu, o Pão da Vida. v. 35, e aqueles que experimentarem deste pão, nunca mais terão fome.A triste estatística que nos chega às mãos é de que no Brasil existem 180 línguas indígenas faladas. Algumas delas em extinção e temos desse total ainda, pasmem, 92 tribos indígenas aqui em nosso país que não contam com a presença missionária. E sobre esse assunto, muitos argumentam que os missionários vão às tribos para mudar a cultura indígena. Porém, não sabem ou não querem admitir, que os missionários quando chegam a uma aldeia indígena encontram a cultura alterada em função dos não índios (chamados erroneamente de brancos), que exploram as suas terras, suas riquezas naturais, influenciando negativamente o convívio sócio-cultural.No meio evangélico há uma forte ênfase sobre a classificação dos discípulos; uns vão, outros intercedem em oração e outros contribuem. Como se Jesus tivesse departamentalizado a sua seara visando as atividades dos trabalhadores. Equivocadamente isso acontece no meio evangélico. Sendo assim, supõe-se que quem vai (para pregar) obrigatoriamente não necessita orar e nem contribuir. Quem ora não vai e nem contribui. E quem contribui, não vai e nem ora. Não foi assim que Jesus ensinou:Ele disse: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho”. Mc. 16.15; “ Vós sereis as minhas testemunhas...” At. 1.8. Pela experiência própria, quando fui ao campo missionário indígena, estava indo, porém nunca deixei de orar e muito menos de contribuir financeiramente para o avanço da Obra em todo o mundo. A obra missionária é um contexto cuja exigência é unicamente a OBEDIÊNCIA.A preocupação do discípulo deve ser a de trabalhar visando alimentar aqueles que estão com fome espiritual, com a comida que dura para a vida eterna. Com esse entendimento e disposição mental haverá grande diferença nos ministérios dos missionários espalhados na grande seara do Mestre.O investimento financeiro no obreiro que se dispõe a obedecer a ordem de Jesus, tem um retorno eterno. “ ...e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a mim.” v.37. Esse é o resultado da dedicação de muitos e da aplicação de todos.As recompensas são garantidas por aquele que nos salvou, embora, esta não deva ser a motivação dos trabalhadores. Ele mostrou qual era: “A minha comida- disse Jesus- é fazer a vontade daquele que me enviou e terminar o trabalho que ele me deu para fazer.” Jo. 4.34 A obediência trará um grande resultado que é a vida eterna para muitas vidas e a garantia de bênçãos e felicidades. “ E assim tanto o que semeia como o que colhe se alegrarão juntos.” Jo. 4.36O campo continua branco – são 250 milhões de vidas em todo o mundo, sem acesso às Escrituras Sagradas – esperando alguém que vá até eles contar a linda história do Calvário. Ainda há vagas para outros trabalhadores na seara do SENHOR Jesus. O tempo em que gastamos com tantas superfluidades e os recursos financeiros que aplicamos em gastos sem objetividade, poderiam e muito contribuir para que outros trabalhadores chegassem mais equipados e em tempo hábil ao campo avançado de missões.O Brasil cresce em vários sentidos e o grande número de discípulos de Jesus, contempla o mundo e as coisas que no mundo há do ponto de vista horizontal. Mas, Jesus nos relembra; “LEVANTAI OS VOSSOS OLHOS E VEDE OS CAMPOS QUE CONTINUAM BRANCOS PARA A CEIFA.”

quarta-feira, 23 de julho de 2008

UM BANQUETE AO JEJUARMOS

Um Banquete Ao Jejuarmos
"Abstende-vos de toda espécie de mal" (1 Tessalonicenses 5:22).
Quando jejuamos das críticas, temos um banquete de elogios. Quando jejuamos da auto-piedade, temos um banquete de regozijo. Quando jejuamos do mau-humor, temos um banquete de paz. Quando jejuamos do ressentimento, temos um banquete de satisfação. Quando jejuamos do ciúme, temos um banquete de amor. Quando jejuamos do orgulho, temos um banquete de humildade. Quando jejuamos do egoísmo, temos um banquete de serviço ao próximo. Quando jejuamos do medo, temos um banquete de fé.
"Por que nada dá certo em minha vida?" é uma pergunta que muitos de nós fazemos constantemente. As pessoas ao nosso redor parecem prosperar, mostram um sorriso de contentamento, estão sempre relatando novidades que tornam suas vidas agradáveis e felizes. E os que fazem tal pergunta completam: "faço tudo que posso para ter esta felicidade e não consigo!"
O grande problema, muitas vezes, é que na busca da realização de nossos objetivos, não hesitamos em passar por cima de tudo e de todos. Pensamos em nós e o resto não importa.Queremos tudo para nós e não aceitamos que outros o tenham também. Se preciso, inventamos coisas, provocamos dissensões, depreciamos qualidades, armamos ciladas e qualquer outra coisa que possa garantir o nosso êxito. Queremos ser felizes sozinhos e não aceitamos o fato de que a felicidade pode ser vivida e compartilhada por todos.
Quando aprendermos a conviver com o nosso próximo, a apreciar seus méritos, a sentir prazer com seu sorriso, a participar da festa de comemoração por suas vitórias, então aceitaremos sua felicidade e esta também será real em nossas vidas.
Se queremos experimentar grandes banquetes espirituais do Senhor, precisamos jejuar constantemente das coisas carnais. Quando expulsamos o mal de nossa alma, então haverá abundância de paz e regozijo em todos os dias de nossa vida.

OLHO POR OLHO...OU NÃO ?

Olho Por Olho... Ou Não?
de Paulo Roberto Barbosa

"Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os gentios também o mesmo?" (Mateus 5:44, 46, 47)
Perguntaram ao General Robert Lee o que ele achava de um outro general do Exército Confederado que havia feito considerações depreciativas sobre ele. Lee o avaliou como sendo um oficial de grandes qualidades. A pessoa que fez a pergunta parecia perplexa. "General", ele disse, "eu suponho que o senhor não sabe o que ele tem falado a seu respeito". "Eu sei", Lee respondeu. "Mas você pediu a minha opinião sobre ele e não a opinião dele sobre mim."
Em nosso relacionamento com os outros, frequentemente o que chamamos amor não passa de um pouco mais do que uma transação ou um negócio. As pessoas nos tratam com carinho e amabilidade e nós retribuímos da mesma forma. Quando nos tratam injustamente, respondemos negativamente como achamos que eles merecem. Tudo é normal, justo, olho por olho e dente por dente. Mas o amor cristão jamais se conforma com o que é racional. Insiste em oferecer misericórdia assim como justiça. Quebra a cadeia de reações lógicas.
A casa do justo sofre as mesmas tempestades que a casa dos ímpios. O que as diferencia é que uma é construída sobre a rocha e a outra sobre a areia. Quando nós estamos firmados na rocha -- Jesus Cristo, precisamos mostrar as qualidades de alguém que não pode ser comparado com aqueles que estão confiando na segurança do mundo, ou seja, nenhuma.
A vingança, o "pagar com a mesma moeda", o "toma lá dá cá", são atitudes mesquinhas características daqueles que não experimentaram o verdadeiro amor de Deus.Quando isso acontece, aprendemos a seguir os ensinos do nosso Mestre e o Seu brilho não pode ser ofuscado por interesses menores e vaidosos.
O amor tudo vence... até o nosso eu.
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite a página de Paulo Roberto em http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/index.html

O DESEJO QUE JESUS TEM

O desejo que Jesus tem
de Dennis Downing
“Vocês ouviram o que foi dito: ‘Não adulterarás’. Mas eu lhes digo: Qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração.” Mateus 5:27-28
Certa vez um jovem foi pedir conselhos a um homem sábio. O sábio quis testar o caráter do rapaz. Ele perguntou: “Imagine que você nunca seria pego e ninguém seria prejudicado. Se estas circunstâncias fossem garantidas, você mentiria por $10,000 reais?” O jovem respondeu, “Por R$10,000, se ninguém soubesse e ninguém fosse prejudicado, sim, eu mentiria.” O sábio balançou a cabeça e falou, “Só mais uma pergunta. Você mentiria por dez centavos?” O jovem reagiu indignado “Que tipo de pessoa você acha que eu sou?” O sábio respondeu. “Eu já sei que tipo de pessoa você é. Estou apenas tentando estabelecer seu preço.”
Muitos não cometem adultério nem fornicação, mas, dentro deles mora o desejo pelo prazer desses atos. Nas suas mentes o ato é ensaiado e no seu coração consumado. No fim das contas um é igual ao outro. Ambos fazem a mesma coisa – um num motel, outro na sua mente. Cada um tem seu preço. Cada um tem seu lugar.
O pecado escondido na mente tem um atrativo especial. Ninguém vê e ninguém sabe. O pecador escapa da humilhação de ter que enfrentar suas iniqüidades e ainda se engana com a idéia de que “não houve vítima”. Houve. E a vítima foi ele.
A mentira de Satanás encobre a verdade que muitos só no dia do juízo descobrirão – todo ato real ou imaginário será revelado e julgado (1 Cor 4:5). Talvez nenhuma outra palavra do Senhor revela o quanto carecemos da graça de Deus e o quanto precisamos da purificação que só Jesus pode trazer aos nossos corações.
Ore a Deus e busque a força de Jesus e o poder do Espírito Santo, porque só Eles podem lhe livrar desse mal. Este desejo Jesus tem. Cabe a nós reconhecer o quanto precisamos da ajuda dEle.
Santo Deus, quantas vezes o Senhor teve que me perdoar desse pecado? É humilhante. Mas, eu confio na graça de Jesus e lhe agradeço pelas vitórias que o Senhor já me deu. Sei que nunca posso vacilar. Sempre estarei sujeito a cair. Ajude-me a ser fiel até o fim e conceda-me a segurança da sua graça quando caio e me arrependo. Em nome de Jesus eu oro. Amém.

sábado, 19 de julho de 2008

HOMOSSEXUALIDADE E NOSSA ATITUDE

Por Sérgio R. Ferreira Data: 15/07/2008 Em 1869 o escritor e jornalista austro-húngaro Kertbeny cunhou o termo homossexual, que deriva do grego homos, que quer dizer "semelhante", "igual", significando um ser que sente atração fisica, sexual, emocional por outro do mesmo sexo. Um ano depois, Westphal lança "As Sensações Sexuais Contrárias" definindo a homossexualidade em termos psiquiátricos como um desvio sexual, uma inversão do masculino e do feminino. Deu-se, portanto, desde o início, uma idéia totalmente negativa à homossexualidade, sem haver nenhuma preocupação com o fato de que tal pessoa tinha uma alma e era alguém que precisava ser aceito e ajudado, alguem que também precisava ser trannsformado pelo poder do evangelho de Cristo.Não se trata de escolha ou opção mas, sim, de condicionantes de ordem pessoal, familiar, cultural, econômico-político-social e mesmo espiritual, e como servos de Deus temos que ajudá-los com a palavra de Deus. São pecadores tais como nós e carecem da glória de Deus (Rm 3:23). Tem sido detectado tal disturbuio da sexualidade também em animais, mas não se pode comparar com o problema em seres humanos, uma vez que o binômio homem versus animal não pode ser usado em termos de comparação, tendo em vista a existência no ser humano de consciência e volição. Significa dizer que enquanto o animal age por instinto, o homem tem consciência das suas ações e tem domínio sobre a vontade, podendo assim ser responsabilizado pelos seus atos. Atribui-se a vários fatores a existência do homossexualismo, tais como: A educação recebida no lar, a pressão da sociedade, o apelo pós-moderno para que o homem expresse sua sexualidade sem barreiras, distúrbios físicos e hormonais, a opção sexual de cada um, entre outros. Mas em suma podemos afirmar que é prova incontestável da degeneração da raça humana, ocasionada pela entrada do pecado no mundo. Índices apontam para a adolescência como a fase mais propícia para a “descoberta” da homossexualidade. Na crise de identidade, tão comum na adolescência, surgem as incertezas sobre a sexualidade, uma vez que as transformações de ordem biológica não acontecem com todos os adolescentes na mesma velocidade e intensidade. De modo geral, ao perceberem as mudanças em seu corpo, eles começam a fazer comparações, e nem sempre um entende porque aquilo que já aconteceu com o outro não aconteceu ainda em seu próprio corpo. Nessa ocasião, surgem as dúvidas sobre a sexualidade, pois os adolescentes começam a questionar suas reações, suas características e suas preferências, comparando com o perfil daqueles a quem ele admira no grupo. Por isso, é importante orientá-los nesta fase, mostrando o propósito de Deus para a sexualidade humana. Entre os meninos é comum as brincadeiras com o adolescente que ainda não têm barba, e que fala fino, ou que não teve experiências com as meninas ainda. Da mesma forma, um jovem “educado demais” pode ser confundido pelos amigos como sendo efeminado. Entre as meninas, estranha-se aquela que é forte, apegada demais e gosta de jogar futebol, ou que prefere estar com os meninos. É preciso entender que as pessoas não são iguais e tal comportamento não revela obrigatoria e necessariamente sinais de homossexualidade, embora eles sejam pressionados a acreditar nisto diariamente. A prática homossexual é vista pela Bíblia como um distúrbio abominável ao Senhor, e em Romanos a prática do lesbianismo é denominada “paixões infames” Rm 1:26, e genericamente é explicada pelo apóstolo Paulo como sendo fruto de uma disposição mental reprovável, ou sentimento perverso (Rm 1:28). O texto trata da devassidão própria dos que abandonam a Deus e se inflamam em sua sensualidade, cometendo torpezas, homens com homens e mulheres com mulheres. Diante da visão bíblica a respeito, não podemos aceitar a “prática” homossexual como algo simples e comum, mas devemos interpretá-la como um comportamento próprio do pecador, por isso, ao ter um encontro com Cristo pela fé, um homoafetivo (termo preferido por psiquiatras e especialistas) se tornará uma nova criatura, e independentemente dos seus sentimentos e desejos carnais, ele, como todos nós, haverá de mortificar a carne e viver para Deus. Vale lembrar que ainda que haja uma conversão verdadeira, em alguns casos, a deformação do corpo que porventura possa ter ocorrido não desaparecerá automaticamente, cobrando de nós tolerância e aceitação, levando-se em conta, obviamente, a transformação de comportamento, o testemunho de novidade de vida e o abandono do pecado, que inevitavelmente acontecerá nos salvos. Depreende-se então que não podemos ser coniventes com o pecado da prática homossexual, entretanto, discriminá-los, como se fossem o pior tipo de pecadores não é nem sábio, nem espiritual. Os que adotam a prática do homossexualismo não são mais pecadores do que os adúlteros, ou os roubadores, e tanto estes como aqueles precisam ser amados como pecadores que podem chegar ao conhecimento da verdade, e arrependendo-se verdadeiramente e abandonando as paixões carnais, podem viver vidas que glorificam a Deus. Sendo assim, excluí-los não irá ajudar em nada, pois tal atitude não pode revelar a eles a graça salvadora manifestada a “todos” os homens (Tito 2:11). Mas compete-nos afirmar que aceitá-los como pecadores carentes, e apresentar-lhes a Cristo, não é para qualquer um, pois é preciso ter tanto coragem de enfrentar o preconceito, quanto amor pelo próximo, como ordena as Escrituras. Quem ama, comunica o evangelho! Também é preciso certo preparo com este tipo de ministério. Finalmente, lembremos que devemos pregar o evangelho a “toda criatura”, e que Deus não faz acepção de pessoas (Mc 16:15; Rm 2:11), e quando o fazemos, pecamos contra Ele (Tiago 2:9). Acharmos repugnante a prática do homossexualismo é uma atitude correta, pois devemos julgar abominável todo pecado, rejeitando a sua idéia e a conduta dos que vivem nessa prática, entretanto, temos uma responsabilidade evangelística para com todo homem, e esta nos será cobrada. Que Deus nos abençoe a enxergar em cada pessoa uma alma e em cada pecador uma oportunidade.

Sérgio R. Ferreira articulista e ministro evangélico

EIS QUE AS TREVAS COBREM A TERRA

Por Watchman Nee Data: 12/07/2008 Apesar das palavras deste artigo terem sido proferidas há mais de 50 anos atrás, parecem descrever com precisão a situação espiritual dos nossos dias!
A luta hoje parece se tornar mais pesada dia a dia, como se o único alvo dos ataques de Satanás fosse nós, os crentes. Por isso, na era atual, o problema que existe é se você e eu podemos perseverar até a última meia hora. "[Satanás] Magoará os santos do Altíssimo" (Dn 7.25). Magoar tem aí o sentido de "desgastar", consumir devagar. É muito mais difícil reconhecer Satanás como aquele que desgasta os santos do que um Satanás que ruge como um leão. E a sua obra de consumir lentamente os santos já começou.
Sempre que vou à Montanha Kuling, caminho ao longo da correnteza que há ali. Freqüentemente vejo rochas enormes, mas que são côncavas no meio como bacias de tomar banho. Isto acontece por causa das muitas pedrinhas que diariamente as desgastam. Do mesmo modo Satanás trata os filhos de Deus. Em lugar de matá-los de um só golpe, tenta desgastar os santos, dia a dia, de modo que sem que percebam acabam gravemente feridos depois de algum tempo.
Os olhos do Senhor estão sobre nós, portanto não temamos o sofrimento. Se acontecer de nós nos desviarmos com medo do sofrimento, todos os nossos sofrimentos do passado terão sido em vão. Uma pessoa profundamente espiritual escreveu certa vez:
Quando lemos 2 Tessalonicenses 2.3 e 2 Timóteo 3.1-13, ficamos sabendo que antes do dia da volta do Senhor haverá apostasia e dias perigosos quando a maldade e a mentira aumentarão grandemente. Tal apostasia não se refere à educação, gigantescas reuniões, pastores capazes, catedrais maravilhosas e progresso mental e físico. Relaciona-se com a fé e o reconhecimento do poder de Deus. Aponta para igrejas renomadas que se inclinam para a chamada Alta Crítica (na verdade não passa de incredulidade), e negam as obras sobrenaturais de Deus, tais como a regeneração, a santidade, orações atendidas e a revelação do Espírito Santo.
Antes da vinda do Senhor, haverá muita fraude e muito erro; e, se fosse possível, até os escolhidos seriam enganados. A "forma da piedade" será aumentada. A fé será diminuída por causa de credos falsos, engendrados por Satanás, e também o amor pelo mundo e a negação da palavra de Deus. Um irmão disse bem: tais obras satânicas produzirão um efeito intangível que nos envolverão como o ar. Haverá uma forma de piedade exterior, mas por dentro estará cheia de maus espíritos e da melancolia do inferno. Esses espíritos malignos farão o máximo para desviar e oprimir os filhos de Deus. Atacarão nosso corpo, diminuirão nossa vontade e embrutecerão nossa mente. Toda espécie de sensações e provações estranhas nos sobrevirão, fazendo-nos perder o desejo de buscar a Deus e a força de fazê-lo, cansando nosso espírito, embotando nossa mente e tornando-a entorpecida e, ao mesmo tempo, fazendo-nos estranhamente amar os prazeres e costumes do mundo como também cobiçar as coisas proibidas por Deus. Perderemos a liberdade e o poder de pregar; não poderemos nos concentrar para ouvir as mensagens; e seremos incapazes de nos ajoelhar para orar dedicadamente por algum período mais longo. Tais trevas e tal atmosfera deverão ser enfrentadas com resolução. Sem dúvida Satanás procura obscurecer nossa mente e vontade com uma espécie de poder inconcebível para que se torne extremamente difícil andar com Deus e muito fácil viver de acordo com a carne. Acharemos que é difícil servir a Deus fielmente e orar com perseverança, como se tudo dentro de nós se levantasse para impedir-nos de seguir o Senhor Jesus até o fim e fazer-nos concordar com o mundo.
A atmosfera à nossa volta nos obrigará a trair a Deus e a desistir de nossas sinceras orações. Embotará nossa sensibilidade espiritual para que não vejamos as realidades celestiais ou a gloriosa presença do Senhor. Assim facilmente negligenciaremos a comunhão com Deus e descobriremos que é difícil manter comunhão com ele.
Já estamos sentindo o começo destas influências. A concupiscência do mundo tece sua rede extensa de muitas maneiras à volta dos crentes. Torna-se cada vez mais apertada e mais forte com o passar do tempo. Muitas coisas que nas gerações passadas eram inimagináveis agora estão sendo praticadas sem restrição. Muitos lugares de adoração não só resistem à entrada de coisas espirituais, bloqueando reavivamentos, mas também introduzem toda espécie de festejos e coisas duvidosas.
Falando de um modo geral, em todo o mundo, a diminuição da fé e o desenvolvimento da apostasia são evidentes. Naturalmente, reconhecemos que ainda há muitos lugares abençoados por Deus. Mas examinando a situação da igreja no mundo inteiro como um todo, não deixa de apresentar um quadro digno de dó.
Tendo visto estas coisas, não podemos deixar de gritar à igreja de Deus que se levante, que desperte, que retorne à comunhão com Deus e que agrade ao Senhor no tempo que ainda resta. Estejamos preparados para comparecer diante do tribunal de Cristo e apresentar o nosso caso.

Watchaman Nee (4 Novembro, 1903 - Foochow; 30 Maio,1972 – Província de Anhwei) foi um Cristão, autor e líder de igrejas durante o séc. 20. Passou seus últimos 20 anos (1952-1972) de vida na prisão e foi severamente perseguido pelo regime Comunista da China. Junto com Wangzai, Zhou-An Lee, Shang-Jie Song, e outros, Nee fundou o Salão de Assembléia da Igreja (The Church Assembly Hall), que depois ficou mais conhecida com a "Igreja Local". Watchman Nee se converteu ao Cristianismo em 1920 aos 17 anos, e começou a escrever seus documentos no mesmo ano. Em 1921, ele conheceu a missionária Margaret E. Barber, que foi de grande influência para ele. Através da Sra. Barber, Nee teve acesso a muitos escritores Cristãos, que foram de profundas influências e em seus ensinamentos. Watchman Nee não teve acesso a uma escola teológica ou nenhum tipo de Instituto Bíblico. Seus conhecimentos foram adquiridos através dos seus estudos bíblicos diários e lendo estes livros que teve acesso (graças a Sra., Barber). Durante seus 30 anos de ministério, começando em 1922, Nee viajou através da China plantando igrejas em várias comunidades rurais e pastoreando em Xangai. Em 1952 ele foi preso por professar sua fé e viveu na prisão até sua morte em 1972.

A IGREJA EMERGENTE: A LAODICÉIA DO SÉCULO 21 ?

“...haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Timóteo 4.3).
Parece que cada geração tem sua própria apostasia específica e, em alguns casos, até mesmo depois de um avivamento espiritual. A igreja do século 20 começou numa batalha pelos fundamentos da fé cristã. Durante aquele período, os evangélicos (i.e., cristãos da atualidade que crêem na Bíblia e que se constituem de fundamentalistas, separatistas e outros apaixonados amantes da Bíblia) experimentaram um crescimento sem precedentes. Mas então, muitos dos principais seminários começaram a se comprometer, fazendo concessões à filosofia pós-moderna do humanismo secular de nível superior. De 1920 a 1935, muitos líderes fundaram escolas cristãs, institutos bíblicos e seminários que geraram fiéis expositores da Bíblia e igrejas evangelizadoras que ganhavam almas para Cristo em todo o mundo. Infelizmente, vários jovens educadores ingressaram nas universidades seculares a fim de obter seu grau de PhD. Depois de se graduarem, tornaram-se professores de seminário no encargo de ensinar os candidatos ao ministério pastoral a pregarem as Escrituras, sendo que eles mesmos nunca tinham exercido o pastorado, nem haviam se dedicado à pregação. Uma das máximas essenciais do processo educacional é a de que “não se pode partilhar aquilo que não se possui”. O que se verifica com freqüência, nos dias atuais, é que pastores jovens se formam nos seminários, todavia conhecem muito pouco sobre a pregação expositiva, sobre as doutrinas fundamentais, sobre a evangelização e nem mesmo possuem as ferramentas necessárias para atuarem como pastores. Hoje em dia, é comum ver pastores, recém-formados num seminário, assumirem o ministério pastoral de uma igreja, sem nunca terem sido alunos de um professor de seminário que realmente tenha exercido o pastorado de uma igreja.
Além disso, a lavagem cerebral de nossos filhos feita dentro das escolas públicas pelos humanistas seculares, desde a pré-escola até o ensino superior (especialmente nos cursos de pós-graduação) tem produzido uma geração pós-moderna que é avessa aos absolutos morais, ao Evangelho que é o único caminho de salvação e à autoridade da Palavra de Deus. Muitos jovens que estudaram em faculdades cristãs já foram influenciados por essa moderna filosofia secular [N. do T.: Nos Estados Unidos há instituições de ensino fundamental, médio e superior que são mantidas por denominações e entidades evangélicas, cuja proposta de ensino e orientação educacional baseia-se em princípios bíblicos cristãos]. Até mesmo em algumas escolas cristãs de ensino fundamental e médio, é possível encontrar professores com formação acadêmica de orientação humanista, que propõem o ensino de uma filosofia secular dentro de um ambiente cristão. É espantoso verificar o grau de desconhecimento da Bíblia que a maioria dos calouros demonstra ao entrar numa faculdade cristã. O único antídoto para aqueles que sofreram essa lavagem cerebral humanista por muitos anos é uma genuína conversão a Cristo, acrescida de um tempo investido no estudo minucioso da Palavra de Deus.
A lavagem cerebral de nossos filhos feita dentro das escolas públicas pelos humanistas seculares, desde a pré-escola até o ensino superior (especialmente nos cursos de pós-graduação) tem produzido uma geração pós-moderna que é avessa aos absolutos morais, ao Evangelho que é o único caminho de salvação e à autoridade da Palavra de Deus.
A secularização da educação cristã fez com que muitos pastores jovens e sinceros se tornassem vulneráveis aos ensinos da igreja pós-moderna, ou como [seus membros] preferem se designar, “Igreja Emergente”. Esse movimento bebe da essência do antinomianismo, uma filosofia na qual os adeptos questionam mais a Bíblia e os fundamentos da fé do que o ensino e a influência anticristãs de sua formação educacional secular. Eles contam com o apoio de Hollywood, da mídia esquerdista e da música “heavy beat” que transmite mensagens antibíblicas num apelo às emoções, enquanto a mente é deixada de lado. Tal música pode, muitas vezes, apelar aos impulsos da carne e já invadiu as igrejas, onde muitos líderes eclesiásticos alegam que ela lhes presta um auxílio no processo de “crescimento da igreja”, tentando provar, com isso, que estão no “caminho certo”.
Entre os falsos ensinos que brotam da Igreja Emergente encontra-se uma forma não tão sutil de ataque à autoridade da Bíblia – um claro sinal de apostasia. Eles não mais afirmam: “Assim diz o Senhor” (apesar do uso dessa expressão por mais de duas mil vezes na Bíblia), por temerem que isso ofenda aquelas pessoas que apregoam a igualdade de todas as opiniões quanto ao seu valor. A Palavra de Deus não é mais interpretada por aquilo que realmente diz; em vez disso, é interpretada por aquilo que diz para você, desconsiderando, assim, o fato de que a formação educacional e a experiência de vida de uma pessoa podem influenciar a maneira pela qual ela interpreta as Escrituras, a ponto de levá-la irrefletidamente a um significado nunca planejado por Deus para aquele texto.
Alguns dão a entender que Jesus foi um “bom homem, até mesmo um bom exemplo, mas Deus?”. Disso eles não têm certeza. Outros relutam em chegar a tal ponto de questionamento, porque se Jesus não é Deus que “se fez carne”, então não temos um Salvador. Entretanto, há outros da Igreja Emergente que põem em dúvida o milagre da concepção virginal de Cristo, Sua morte substitutiva e expiatória, Sua ressurreição corporal e, obviamente, questionam mais de mil profecias bíblicas, tanto as que já se cumpriram, quanto as que ainda estão por se cumprir, as quais descrevem o maravilhoso plano de Deus para o nosso futuro eterno. Uma indicação da situação em que eles realmente se encontram é evidenciada pelas declarações de um dos seus principais líderes (que é chamado de evangélico), “apesar dele agrupar a série de livros Deixados Para Trás na mesma categoria de O Código DaVinci”.[1] Uma afirmação dessas, vinda de um dos líderes da Igreja Emergente, revela o grau de confusão ou de dolo a que eles de fato chegaram. Ou ele está confuso (iludido) quanto às mentiras gnósticas ocultistas que dominam o enredo de O Códico Da Vinci, ou rejeita, intencionalmente, a interpretação literal da Bíblia que é o fundamento da série Deixados Para Trás, baseada no livro de Apocalipse. Não temos nenhuma dúvida ao afirmar que os líderes da “Igreja Emergente” não crêem no arrebatamento pré-tribulacionista, porque não aceitam a divina inspiração e autoridade da Bíblia.
Os mestres pós-modernos que se denominam “evangélicos”, embora neguem a “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3), são bem rápidos em falar o que eles e outros filósofos heréticos pensam, porém, raramente dizem o que Deus deixou registrado por escrito em Sua biblioteca de sessenta e seis livros, a Bíblia. Eu, particularmente, creio que eles, na verdade, são hereges, apóstatas e lobos “disfarçados em ovelhas”. Devido ao fato do cristianismo liberal ter caído no vácuo do descrédito e das igrejas liberais terem ficado vazias, eles agora fazem uma tentativa de re-empacotar sua teologia sob a forma de pós-modernismo. Na realidade, a maior parte desses conceitos não passa daquilo que costumava ser chamado de modernismo ou liberalismo, ainda que expressos com uma terminologia pós-moderna.
Os líderes da “Igreja Emergente” não crêem no arrebatamento pré-tribulacionista, porque não aceitam a divina inspiração e autoridade da Bíblia.
É difícil obter deles informações quanto ao que realmente crêem, mas eles sabem, muito bem, que não crêem nos fundamentos da fé bíblica. Já é hora de chamarmos a atenção das igrejas para o fato de que tais pessoas são hereges e falsos mestres que “não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2 Tessalonicenses 2.12), tal como Judas escreveu nos versículos 17 e 18 de sua epístola: “Vós, porém, amados, lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, os quais vos diziam: No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões”.
A mensagem do Espírito Santo dirigida à igreja de Laodicéia se enquadra perfeitamente à realidade deles: “Ao anjo da igreja de Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres outro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 3.14-22).
Minha expectativa de que a verdadeira igreja evangélica assumisse sua posição “em alto e bom som” contra essa nova forma pós-moderna de apostasia, concretizou-se, recentemente, num simpósio de nosso Pré-Trib Study Group [Grupo de Pesquisas Pré-Tribulacionistas], ocorrido no final de 2006. Foram proferidas várias palestras excelentes que expuseram os erros desse novo movimento. Quase que simultaneamente recebi um exemplar do periódico The Master’s Seminary Journal [Jornal do Seminário Master’s] que também desmascarava esse movimento através de artigos escritos pelo Dr. John MacArthur e pelo Dr. Richard Mayhue, dentre outros articulistas. Em seguida, chegaram informações de que o Dr. John MacArthur está escrevendo um livro sobre o assunto. Certamente será uma obra completa, de modo que nos ajudará a confrontar essa heresia moderna pelas Escrituras, tal como somos expressamente orientados a fazer nestes últimos dias (i.e., “[provar] os espíritos se procedem de Deus”, 1 João 4.1). Pastores inexperientes e mal alicerçados na Palavra de Deus estão sendo influenciados por essa forma atual de apostasia. Se tais pastores, porventura, comprarem essas idéias nitidamente heréticas, levarão suas igrejas ao desvio da verdade, através de falsos ensinamentos. Se líderes cristãos proeminentes e bem conhecidos não se opuserem abertamente a essa distorção apóstata, é muito provável que se cumpram, negativamente, as palavras desta profecia: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lucas 18.8).
Ao procurar uma igreja para sua família, certifique-se de avaliá-la pela importância que dá à Palavra de Deus. Você se lembra daqueles judeus “de Beréia”? Eles pesquisavam diariamente nas Escrituras para saber se os ensinamentos de Paulo e Silas eram legítimos e coerentes: “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (Atos 17.11). (Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)
Nota:
1. ‑Jan Markell, “Other Observations on the Condition of the Evangelical Movement”, publicado na revista Lamplighter Magazine, vol. XXVIII, edição jan/fev de 2007, p. 12.Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, setembro de 2007.

SOU UM FUNDAMENTALISTA ?

Sou um Fundamentalista?
- Dave Hunt -
Você é um fundamentalista!" A acusação me foi dirigida quando ainda era um calouro da universidade, recém-saído do serviço militar, em 1947. Da maneira como ela foi feita, com tamanho desprezo, nenhuma explicação foi necessária para compreender que ser rotulado de "fundamentalista" era um dos mais terríveis insultos no orgulhoso mundo acadêmico. Respondi algo como: "Se ser fundamentalista significa aderir aos sólidos fundamentos da matemática, da contabilidade, da química ou de qualquer outra ciência, então aceito alegremente o título. E já que a Bíblia é literalmente a Palavra de Deus e é inerrante (sem erros), a única escolha inteligente é aceitá-la e permanecer fiel aos seus fundamentos". Essa resposta apenas aumentou a frustração e a ira dos que debatiam acaloradamente comigo já por duas horas.
A ocasião foi o primeiro encontro da "Hora dos Críticos", uma novidade que havia sido criada recentemente por alunos e professores da universidade para ridicularizar e desacreditar a Bíblia. Entre os espectadores havia um bom número de crentes que eu conhecia do grupo cristão do campus, mas nenhum deles disse uma palavra sequer. Fiquei sozinho naquele auditório, sendo alvejado com argumentos de todos os lados, todos favoráveis à evolução e ao ateísmo. Sendo um ingênuo jovem de 21 anos, fiquei chocado com a animosidade tão abertamente demonstrada contra a Bíblia e contra o Deus da Bíblia.
Naquele ponto da minha vida, mal ouvira falar de Harry Emerson Fosdick, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Nova Iorque, uma pessoa-chave no liberalismo/modernismo americano. Tampouco fazia idéia da crescente rejeição da infalibilidade da Bíblia entre muitas pessoas que se chamavam cristãos. O nome de J. Gresham Machen era-me completamente desconhecido. Portanto, nada sabia acerca da batalha perdida que ele sustentara no Seminário de Princeton, na década de 1920, contra as heresias que levaram aquela escola a tornar-se completamente liberal e que alcançaram a maioria das igrejas presbiterianas.
Cristianismo com "roupagem" moderna
Os servos mais eficientes de Satanás são mestres em ambigüidades. Fosdick reivindicava honrar a doutrina, mas ao mesmo tempo advertia sobre o "perigo de dar ênfase demais à doutrina..." Ele afirmou que "nada realmente importa na religião, a não ser aquelas coisas que fomentam o bem individual e público... e o progresso social."(1) Fosdick foi reconhecido naquele tempo pela maioria dos cristãos verdadeiros como o incrédulo que realmente era. Mas, Norman Vincent Peale, não menos herege que Fosdick, conseguiu achar aceitação virtualmente em toda parte, bem como seu famoso discípulo Robert Schuller.
O modernista toma as últimas idéias do mundo secular e enganosamente as veste com linguagem cristã. Ninguém tem feito isso com maior perfeição do que os atuais psicólogos cristãos, que de algum modo tomam teorias anticristãs de inimigos declarados do Evangelho e as "integram" à teologia. Peale foi o primeiro a fazer isso. Em 1937, ele fundou uma clínica "cristã" de psiquiatria em sua igreja. A clínica tornou-se modelo para numerosas outras semelhantes, as quais têm gerado fortunas para seus fundadores.
Machen foi exato ao demonstrar que a intimidação pela ciência e o desejo de obter aceitação e respeito na comunidade acadêmica têm resultado em comprometimentos, que na prática descaracterizam o Evangelho. Essa ânsia tem influenciado cada vez mais os seminários e faculdades cristãs. Machen acusou os liberais de "tentar remover do cristianismo todas as coisas que não possam ser aceitas pela ciência."(2)
Muitos dos evangélicos de hoje em dia parecem pensar que os cientistas sabem mais sobre o Universo do que o próprio Criador. Será que a Bíblia é frágil devido à ignorância de Deus? O resultado é um comprometimento fatal para a verdadeira fé. Temos observado isso na aceitação da evolução teísta por parte da revista "Christianity Today" (Cristianismo Hoje), dos "Promise Keepers" (Guardadores de Promessas) e de muitos seminários e universidades cristãs, mesmo que ela contradiga plenamente a Bíblia e subverta o Evangelho. O mesmo comprometimento ocorre quando se questiona a narrativa bíblica do dilúvio.
Billy Graham, que há décadas abandonou sua posição fundamentalista, recentemente disse não estar certo se o dilúvio de Noé foi realmente de âmbito mundial. O New Bible Commentary da InterVarsity também afirma: "A narrativa (bíblica) não relata diretamente um dilúvio universal..." A Bíblia, ao contrário, não deixa espaço para tais devaneios:
"...tudo o que há na terra perecerá" (Gn 6.17). "...e da superfície da terra exterminarei todos os seres que fiz" (Gn 7.4). "...e os montes foram cobertos. Pereceu toda carne..., ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca" (Gn 7.20-23).
As instruções de Deus para Noé, de que trouxesse um par de cada espécie para a arca, só têm sentido se o dilúvio atingiu o mundo inteiro. Deus prometeu não voltar a destruir a terra por água novamente (Gn 9.11), todavia têm havido muitas enchentes regionais desde aquele tempo. A destruição futura do mundo, conforme profetizada por Pedro, seria apenas um incêndio localizado, se o dilúvio com que é comparado foi limitado (2 Pe 3.6-7). Finalmente, Jesus compara Seu futuro julgamento da humanidade ao dilúvio (Mt 24.38-41).
Um cristianismo sem inerrância
Temos que crer na Bíblia inteira. Isto é fundamentalismo bíblico. Se Gênesis não é exato em cada detalhe, em qual parte da Bíblia poderemos confiar, então? Se a Bíblia está errada quanto à origem do homem e seu pecado, como poderemos confiar no que ela diz sobre a sua redenção e seu destino eterno? Na verdade a Bíblia está absolutamente certa em tudo que declara.
Se as últimas descobertas da ciência concordam ou não com a Bíblia, isso não deve inquietar ao fundamentalista. Como confiamos em Deus, não somos intimidados pelos homens. Só um tolo trocaria a Palavra infalível de Deus pelas opiniões mutáveis e falíveis dos homens. Os cientistas cometem erros e muitas vezes são condicionados por preconceitos. No seu livro Great Feuds in Science, o historiador Hal Hellman documenta que até os maiores cientistas têm sido "influenciados por orgulho, ambição, cobiça, inveja e até por evidente impulso de estar certo".(3)
Tragicamente, diminui gradativamente o número de cristãos que ainda defendem a inerrância bíblica e a sua suficiência, como Harold Lindsell documenta em The Battle for the Bible. O Seminário Teológico Fuller é um exemplo citado por ele. Podemos dizer com certeza que para as multidões envolvidas no atual movimento evangélico a inerrância raramente se constitui num problema, pois tais pessoas se apóiam em experiências e emoções mais que em doutrina. Para muitos atualmente, o amor por Jesus é um maravilhoso sentimento, divorciado completamente da verdade que Jesus afirma ser. No livro The Bible in the Balance, Lindsell confessa que "a palavra ‘evangélico’ tem se tornado tão desonrada que perdeu sua utilidade... Talvez seja melhor adotar a palavra ‘fundamentalista’, mesmo com todos os ataques depreciativos que tem sofrido por parte dos seus críticos".
Motivos de rejeição do fundamentalismo
O fundamentalismo tem sido estigmatizado por duas razões: 1- alguns cristãos fundamentalistas são fanáticos e afastam-se de outros cristãos de uma forma insensata e anti-bíblica; e 2- por causa do exemplo do fundamentalismo muçulmano, que apregoa que todos precisam adotar as mesmas roupas e costumes que Maomé adotou no século VII. Consagrados que são ao alvo islâmico de conquistar o mundo pela força, esses muçulmanos fundamentalistas são responsáveis por muitos dos atuais atos de terrorismo. Por conseqüência, também os cristãos fundamentalistas, cuja lei maior é o amor, são freqüentemente retratados com estas mesmas cores de fanatismo.
Um cristianismo de popularidade
Todos que desejam confiar e obedecer à Palavra de Cristo e que querem ser Seus verdadeiros discípulos (Jo 8.31-32), precisam estar prontos a permanecer sozinhos, como Daniel e seus amigos. Com medo de serem diferentes, muitos cristãos seguem a multidão. Famintos pelos louvores deste mundo, eles amam "mais a glória dos homens, do que a glória de Deus" (Jo 12.43). C.H. Spurgeon ficou virtualmente sozinho, abandonado mesmo pelos seus ex-alunos e amigos, quando foi censurado pela União Batista Britânica, por sua indisposição em tolerar a apostasia dentro daquele grupo. A. W. Tozer declarou, pouco antes de morrer: "por causa do que tenho pregado não sou bem recebido em quase nenhuma igreja na América do Norte." Que acusação contra aqueles pastores e igrejas!
Cristo advertiu: "Ai de vós, quando todos vos louvarem! porque assim procederam seus pais com os falsos profetas" (Lc 6.26). Ele afirmou que a verdadeira fé em Deus é impossível quando nós aceitamos "glória uns dos outros", e, contudo, não procuramos "a glória que vem do Deus único" (Jo 5.44). John Ashbrook escreve que o "novo evangelicalismo está determinado a impressionar o mundo com seu intelectualismo. Ele tem estado a buscar o respeito da comunidade acadêmica. Determinou ganhar glória nas fontes do ensino secular."(4) Carl Henry observou que "em conseqüência da crescente atitude de tolerância... a fé cristã foi embalada de forma a facilitar sua comercialização."(5)
O único inimigo do liberalismo é a firme adesão do fundamentalismo à autoridade e suficiência das Escrituras. D. Martyn Lloyd-Jones lamenta o fato de que muitos evangélicos mudaram de "pregar" para "compartilhar" a Palavra de Deus, o que sutilmente transfere a autoridade da Palavra de Deus para a experiência e opinião humanas.(6) Tal comprometimento, além de não ajudar o incrédulo a enxergar a luz; ainda o deixa mais cego. Essa tolerância estimula a resistência dos homens em se submeterem à autoridade de Deus. O liberalismo, inevitavelmente, endurece cada vez mais contra a verdade. Podemos ver isso atualmente em todo o mundo.
A tolerância quanto ao homossexualismo
A aceitação de homossexuais, em nome da tolerância e do liberalismo, tem produzido uma intolerância cada vez maior contra qualquer outro ponto de vista. O mundo inteiro, que por milhares de anos considerou o homossexualismo como antinatural e vergonhoso, agora está sendo forçado a abandonar tal convicção. Os homossexuais, que reivindicavam tolerância, têm se mostrado totalmente intolerantes na medida em que conquistam poder. Eles atacam com malícia, verbal e fisicamente, qualquer pessoa que queira manter uma opinião independente. O mundo tem sido coagido a garantir privilégios especiais aos homossexuais, apesar do estilo de vida "gay" ser cheio de práticas nocivas, levando à proliferação de doenças que ameaçam a sociedade em geral e reduzem pela metade a expectativa de vida das pessoas. A incurável AIDS, embora se propague em proporções epidêmicas, afetando inocentes e sendo fatal para todos que a contraem, é tratada com um sigilo perigoso e um status privilegiado, devido à sua penetração entre os homossexuais.
A tolerância quanto ao evolucionismo
Vemos a mesma intolerância nos evolucionistas que acusam os criacionistas de pensamento bitolado. A ciência deve promover a liberdade de investigar e aceitar os fatos. Mas, em nome da ciência, a teoria da evolução é ensinada às crianças nas escolas públicas como fato, enquanto as evidências contra ela são omitidas e a alternativa bíblica e racional da criação de Deus não é admitida nem considerada.
A situação na Rússia
Numa recente viagem a Rússia, um dos principais responsáveis pelo sistema educacional nos disse o seguinte: "Por setenta anos vimos os frutos da imposição dogmática de apenas uma opinião aos alunos. Estamos cheios disso e ansiosos para considerar as alternativas". O colapso do comunismo deixou um vácuo moral que a Rússia está tentando preencher com os ensinos da Bíblia. Paradoxalmente, as escolas da Rússia agora acolhem os mesmos ensinos morais e da criação que estão banidos das escolas americanas! Não podemos saber quanto tempo isso vai durar. A Igreja Ortodoxa Russa, intolerante e firmemente contrária ao Evangelho, está procurando retomar o monopólio da religião – e alguns evangélicos americanos estão cooperando com esse sistema anticristão. Oremos pela Rússia.
O "cristianismo" foi introduzido em 988 d.C. no país que mais tarde se tornou a Rússia, pelo príncipe Vladimir. Antes ele havia considerado o islamismo, já que suas vinte esposas não causavam problema para aquela "fé". Mas como o islamismo proíbe o álcool, ele acabou abraçando o "cristianismo" da Igreja Ortodoxa, onde o álcool corria livremente (muitos monges e sacerdotes bebem intensamente) e onde a opulência dos rituais tem um apelo misterioso. Ele decretou uma esposa como "oficial", mantendo as outras dezenove como concubinas, enquanto usava o álcool livremente. Foi assim que a Rússia "converteu-se" ao "cristianismo". Em 1988, o milésimo aniversário desse evento foi celebrado com pompa e ritual. Billy Graham esteve presente para trazer suas congratulações. Na ocasião, ele disse: "Sinto-me profundamente honrado em congratular-me com vocês nesta histórica e alegre ocasião em que se comemora o milésimo aniversário do batismo da Rússia, proporcionado pelo batismo do príncipe Vladimir, de Kiev..."(7)
A Igreja Ortodoxa, assim como o catolicismo romano, é inimiga jurada do Evangelho. Ela tem mantido o povo russo na escravidão e na superstição, ensinando-o a buscar nela a salvação, beijando seus ícones, pagando por orações e sacramentos. Embora rejeite o purgatório do catolicismo, ensina que, através de nossas orações, as almas podem ser resgatadas do inferno para o céu.
Visitamos, nas proximidades de Moscou, o centro da Igreja Ortodoxa, com seu seminário e muitas igrejas. Monges com quem falei explicaram que a morte de Cristo possibilitou a nossa entrada no céu, desde que fôssemos batizados, participássemos dos sacramentos e "vivêssemos o Evangelho". Para eles, a porta que Cristo abriu está no cume duma alta escada que precisamos subir pelos nossos próprios esforços, obedecendo à Igreja e auxiliados por ela.
Fui um dos preletores numa conferência em Moscou que atraiu pastores e membros de igrejas de toda a Rússia. Havia uma indisfarçável expectativa de que a Palavra de Deus fosse ensinada. Eu expus abertamente os ensinos e práticas não-bíblicas da Igreja Ortodoxa Russa que (como a Igreja Católica no Ocidente) perseguiu e assassinou multidões de verdadeiros cristãos. A Igreja Ortodoxa, que estabeleceu parceria tanto com os czares como com os comunistas que os sucederam, pressionou o presidente Yeltsin a favor da nova lei que suprime a liberdade religiosa (essa lei está sendo atualmente implementada em pequenas cidades fora de Moscou). Centenas de fitas de vídeo e de áudio de nossa conferência estão sendo distribuídas por toda a Rússia. Oremos para que dêem frutos!
Fundamentalismo é não negociar o inegociável
Como avisamos aos irmãos e irmãs da Rússia, o verdadeiro "crer no Senhor Jesus Cristo" para a salvação tem que ser uma profunda convicção e não apenas uma mera preferência. E esta corajosa convicção certamente será seguida de grande oposição e terrível violência da parte de Satanás e da carne. Lembrando que a eternidade nos espera em breve, jamais devemos trocar o eterno "muito bem, servo bom" de Deus pela aprovação dos homens nesta vida tão curta. A plenitude de vida, tanto agora como por toda a eternidade, tanto para nós mesmos como para as pessoas a quem temos a oportunidade e a responsabilidade de influenciar, depende desta verdade inegociável. (TBC 8/98 – publicado anteriormente em português no Jornal Fundamentalista – União Bíblica Fundamentalista – Cx. Postal 567 – 60001-970 FORTALEZA CE 0 ++ (85) 214-1412) - e-mail: fundamentalistas@bol.com.br